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 Sergipe By Night, Aracaju & Sergipe by Nigth
odrysius
Posted: Apr 12 2006, 06:55 PM


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Cronologia do Primeiro Periodo Historico de Sergipe del Rey Vampirica:
• 1501ad Primeiras expedições portuguesas em litoral sergipano, sendo de importância as expedições guarda costeiras de Gaspar de Lemos e Américo Vespúcio.
• 1501ad Chegada de Guilio Olivares, Clã Ventrue.
• 1531ad Expedições Guarda Costas, de Martin Alfonso de Souza
• 1536ad Inquisição Portuguesa iniciada.
• 1548ad Compra do território Sergipano por El-Rey de Portugal Dom João III, conhecido também o episodio como resgate das terras, que comprou da Capitania da Bahia, frente a Manuel Pereira Coutinho. Transformando assim em Capitania Real, Denominada Sergipe Del'Rey.
• 1550ad. Incursões Francesas em Rios Sergipanos, os Rios São Francisco, Sergipe, Vaza-Barris e Piauí. E estabeleceram assim boas relações com os nativos.
• 1575ad Companhia de Jesus chega a Sergipe antes mesmo do governo português. No inicio de 1575, com tentativas dos jesuítas Gaspar de Lourenço e João Salônio de catequizarem os indígenas. Fundando as igrejas de São Tomé nas imediações do rio Piauí, a igreja de Santo Inácio nas margens do Vaza-Barris, a igreja de São Paulo no litoral próximo ao rio Real. Com o avanço Jesuíta além do esperado os índios se rebelaram entre 1575 e 1576. O governador do Norte do Brasil Luís de Britto organizou um exercito e invadiu Sergipe Del'Rey para debelar os selvagens.
• 1577-1648ad Guerra Espanhola-Holandesa.
• 1580ad União Ibérica.
• 1589ad O inicio da colonização não se deu antes da guerra de conquista final sobre os indígenas, por Cristovão de Barros e 5000 homens e 6 peças de artilharia.
• 1589ad Chegada de Danvvy, Clã Gangrel, com as forças de Cristóvão de Barros
• 1590ad Fim da Guerra de Conquista. Inicio da Colonização do território. Estabelecimento da nova Capitania.
• 1590ad Chegada de Dom Jaime, Clã Ventrue, Armando Luart, Clã Ventrue. “O Encontro”. Fernandez D’Guarda cria de Dannvy, Clã Gangrel.
• 1594-1602ad Entrada de Belchior Dias Moreia, que encontrou Salitre e Pedras Preciosas.

Primeiro Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
“O Batedor”.

“Com que direito haveis desencadeado uma guerra atroz contra essas gentes que viviam pacificamente em seu próprio país?” (Frei Bartolomé de Las Casas)
Em um tempo distante, quando a terra era quadrada, quando anjos e demônios infestavam a terra....

Ao atravessar os mares incógnitos e o vislumbrar de um novo e desconhecido mundo Guilio Olivares padece de um mal desconhecido. Suas primeiras e ríspidas lições sobre ser o “Novo Homem” não se esmaeceram com o tempo.
Ao desembarcar em ponto remoto da futura costa do Brasil para proteger interesse do que se clamava ser seu senhor, viu-se em imensas dificuldades ao ser deixado para trás enquanto a nau descia a longa inexplorada costa.
Sobrevivência e lidar com os nativos fora de sua prioridade em suas primeiras décadas nas terras entre o rio real e o rio são Francisco.
Longo tempo lhe foi proporcionado para que lida-se com os nativos, nas suas excêntrica diversidade e com os atrozes franceses que “infestaram” essas costas em busca dos robustos troncos de paus-brasis. Os negros da terra, como logo eles passariam a ser chamados parecia-lhe sempre muito ingênuos ao seu modo e suscetíveis de corrupção, ao bom e velho estilo.
Em algum tempo ele, Guilio, demarcará seu território e se associara aos nativos de uma forma estranha, porem o fez de forma eficaz. Passou-se assim a buscar os objetivos, que lho senhor determinará. “A proteção do território, e o sinal de seu senhor lhe ficaria por demais sabido”. Por demais sua presença não impressionará os seres fantásticos daquela terra. O que sem saber foi-lhe proveitoso.
Então começou algo por demais extraordinário, e que de fato mudaria a historia a partir de então.

Segundo Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
“O Encontro”.

“A escravidão em Sergipe foi mesclada de todos os vícios e crueldades jamais vistos em qualquer província da colônia e do Império desta terra que se chamou Santa Cruz.
E isso reflete profundamente em nossas tradições culturais e na psicologia de nossas gente, ante a revisão de nossa história e convívio com os ancestrais. Massacre maior não pode haver.” (Severo D’Acelino).

O auto-proclamado corsário Dom Jaime e seu colega Armando, planejaram como saquear e lucrar muitos nas terras e mares do novo mundo, seguiram então para as costas poucos protegidas ao sul da Capitânia de Pernambuco.
Chegando assim as costas próximas ao chamado Rio do São Francisco. Avistando os navios Franceses se puseram em perseguição a distâncias navais seguras, por longo tempo se manteve a perseguição. Próximo as costas do Rio Real a bandeira Pirata do “Corona Regina” fora hasteada, a tripulação também mastreou as cores de Espanha, o embate se deu a noite com terríveis manobras em poucas milhas marítimas da costa Sergipana. As salvas de tiros pode ser ouvida pelos nativos, alertando ao Guilio da presença dos piratas. O Corona resistiu bravamente a quatro salvas de tiro mais o incêndio a bordo e as condições de batalha noturna levou ao rápido pique, mas a nau francesa não pode comemorar tendo que ir imediatamente a terra se não quisesse também acabar indo ao fundo dos mares.
Trágicos momentos de angustia em serem náufragos se passaram, chegar a costa a nado antes do amanhecer e achar um refugio seguro fora de suas prioridades.
Em seu segundo momento tentaram adentrar a terra inexplorada para escapar as patrulhas Francesas. Sendo que sua sobrevivência em terra não era de especialidade de nenhum os dois, foram facilmente encontrados pelos nativos.
Sendo que estavam em condições desfavoráveis, não puderam mostrar a fibra espanhola, portanto tentou-se usar de seus poderes, qual seu espanto que os nativos foram receptíveis a ação. Levando-os ao Guilio Olivares. Tendo sido assim o primeiro encontro em terras de El Rey. Dificultosas porem foi o dialogo inicial,porem se estabeleu o português como língua em comum.
Estabelecida a comunicação sem haver baixas, segue-se ao próximo episodio.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
Anotações de Guilio Olivares:
“Anno de nostro Senhor de 1525
Os dias tem sidos duros, os negros da terra são ferozes. Temo que a companhia de Jesus suplante os cavaleiros de Cristo mui em breve, a ameaça as terras dos Cotinguibas são constantes. Cada vez mais que esses daí avançam nas terras dos Serygys, esses se reboltam, contra os espíritos pálidos, isto que mais me preocupa. Convence-los do contrario não me parece mais apropriado. Amanhã, assim que anoitecer tomarei providencias.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
Anotações de Guilio Olivares:
“Anno de nostro Senhor de 1570
Os domínios do Vaza-Barris foram invadidos por coisas aterradoras, franceses, malditos franceses, fazem males a todos os pálidos por destas terras, suas heresias e luxurias são por demais. ...
As forças de Satanás já suplantaram as ordens, malditos jesuítas avançam pelo sul. ...

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
Contramestre da Corona Regina:
“Anno de nosso Senhor de 1589
Eu, o contramestre Jorge, em diário de bordo registro a alegria da tripulação a se juntar a liderança do Capitão Jaime, seguimos pelos Mares Cantanbricus com a armada dos holandeses rebeldes em nosso encalço, porem já avançamos para mares de nossa Real Armada, que Deus seja piedosos com nostras almas...
Uma maldição se abateu sobre nós, entretanto mo parece que recaiu sim sobre alguns traidores de casa de Orange entre nós. As noites têm angustiado nostra tripulação, porem o Capitão tem sido severo quanto a isso. Estuda dia e noites as cartas, gritando que a rota deve ser segura e saber a localização das naus corsárias são de essencial primazia. Vimos por vezes as sagazes bandeiras piratas inglesas, sim o capitão está certo.
Longe de nossa empresa terminar estamos indo atrás dos rumores e dos tesouros, se estiverem certas as cartas cada um de nos desta tripulação será mais rico que qualquer príncipe dos reinos. Que a virgem Maria nos abençoe."

Terceiro Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
“O Encontro”. (Continuação)
“Dannvy e a batalha no fim do mundo”:
Chegada às terras de Del Rey viu-se Dannvy, a procissão dos religiosos a quererem criar o céu deles por estas terras, e viu a reação nativa a isto quando presenciou dos massacres.
Tendo também participado da primeira guarnição de debelar os negros da terra, se viu em trabalho e sujar as mãos quando da fundação de São Cristóvão pelo egocêntrico Cristóvão de Barros. As sucessivas lutas lho deram experiência bélica, tendo em vista que os nativos sabiam que espíritos malignos acompanhavam as forças dos homens sem cor.
Sentindo a presença de iguais em maldição tentou por tentativas os encontrar, mas as patrulhas e resistências indígenas não lhe permitiram avançar. A uma tentativa ficou aprisionada em um ritual de proteção, ao qual com as devidas cicatrizes conseguiu por se desvencilhar. Tamanha a fúria de Dannvy, que mandou mercenários e manipulou nobres para conseguir seu intento de provocar os indígenas e fazer aparecer os seus mui estimados irmãos amaldiçoados.
Porém não por seus esforços, a presença de Guilio Olivares lhe fora revelada, então se deu o encontro nas pequenas ruas de São Cristóvão, a fúria de Guilio se mostrou pois a invasão de seu território era latente, controlando-se Dannvy perceberá que a criatura suja e irreconhecível a olhos Europeus era um branco, por força da legitima defesa desferiu golpes certeiros contra seu agressor, encharcado-o em sangue e com golpes mortais ainda se levantava o Guilio, em um movimento Dannvy, a propósito de sua força, o ergueu e deteve seu avanço, porém o destino não foi feliz com o Fernandez que ao passar por aquele local em patrulha viu a cena terrível em que uma mulher musculosa e demoníaca erguia um homem enxágüe, Dannvy não pensou duas vezes avançou contra o humano sem excitar, o guarda ao qual tentou golpeá-la com seu sabre mas fora em vão, a besta demoníaca golpeou-lhe atrozmente a arma e seu pescoço. Assim Guilio foi preso no refugio improvisado de Dannvy e Fernandez se tornava um Gangrel.
Tendo o batedor e líder ventrue local Guilio sumido, Dom Jamie e Armando seguindo os nativos e os direcionaram a batalha em São Cristóvão esperando conquistar e pilhar a vila.
Noites antes com o aviso do batedor, Dannvy experiente com a guerra sobrenatural se preparou e usou de seus aliados nobres para que coincidência as defesas estivesse a postos.
Então se abateu sobre a Villa o ataque nativo, a grande batalha reberverou por toda a localidade, em cativeiro Guilio ainda em fúria se alegrou. Porém o destino mostrou aos nativos o poder de uma guarnição preparada.
Após o massacre dos negros da terra, Dannvy se pos ao encalço das duas outras presenças e os capturaram. Assim se deu o fim da primeira parte do encontro.
Passado o tempo, findo a fúria, Olivares articulou a nova ordem das cousas por destas terras. Se estabeleceu o entendimento, os prisioneiros de guerra soltos e hierarquia devidamente estabelecida, porém alguém guardou rancor de sua derrota e a destruição de seus aliados nativos.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
A atividade das ordens religiosas:
“Anno de nostro Senhor de 1600. Por Irmão Alfredo da Ordem de Cristo:
Tenho visto coisas por demais estranhas, ao explorar por destas terras nossa comitiva chegou a um rio caudaloso e longo de visão inacreditável, cores azuis e verdes de transparências indescritíveis. Ficamos chocados por dessas águas não fossem invadidas pelo mar, de nome também abençoado, Rio São Francisco, já batizado por outros que passaram por cá, embora os nativos o chame pelo seu nome herege. Em poucos dias estávamos nos preparando para adentrar os sertões e encontrar as boas almas dessas terras para que a convertamos a verdadeira e única fé.
Quando nossa expedição prosseguia percebíamos o rio escurecer, os nativos que nos acompanhavam murmuravam coisas incompreensíveis, a principio julgávamos que de algum ponto acima se jogaram de muitas cinzas, afinal as águas eram límpidas. Porem já percebíamos que não fora nada de igual feitura, o amargor piorou com o decorrer do tempo, o rio ficará denso e negro em sua extensão. Nostros padres e irmãos se juntaram em preces. Iniciamos assim uma missa antes mesmo do que julgávamos anoitecer. A escuridão de uma tempestade tinha se formado. Era fato que muitos negros da terra tinham feitos pactos com demônios e antigas entidades maléficas, pois estava clara a falta da verdadeira orientação. Todos nós estamos a questionar: “Como de exorcizar um rio?”.
Que Deus, São Gabriel, São Jorge, São Mateus, nos proteja nessa missão. Gritos de mil horrores podem ser ouvidos, estou em pânico. Minha fé me mantêm em guarda, a noite se aproxima.....”
Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
A atividade das ordens religiosas:
“Irmão Alfredo ao Irmão Karl, escritos esquecidos:
Digno irmão. As ameaças por destas terras são aterradoras. Escrevi a Sua Santidade pela urgência dos Exorcismos, como mais irmãos capacitados nessa Fé. Digo-vos que o menor dos males e pecados por cá é o costume dos tupinambás de devorarem os outros homens, sejam feras ou cristãos. Temo a cada dia, pois muitos dos nostros morreram de febres quartãs e mortais desses sertões perversos. Por demais, estamos no encalço que nos foi descrito por Belchior Dias, este-nos pediu nossos serviços, segundo qual está sob a ameaça da perdição. Se tu irmão, puderes dissuadir a ajuda de irmãos como Torquemada estaremos a mui agradecidos.”

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
A atividade das ordens religiosas:
“Carta do Irmão Karl da Ordem Carmelita ao Irmão Alfredo, em mensagem interceptada:
Caro Irmão, os Países Baixos Espanhóis se revoltam, contra a Santa Fé e contra suas Majestades Católicas de Espanha, promovem a heresia que se auto-proclamam Protestantes, se não bastasse estão a dar asilo aos hereges judeus. As forças do mal se avolumam, os hereges pecaminosos Ingleses apóiam indisfarsavelmente. Junte tuas forças e prepara-te, pois muitos dos rumores afirmam que tua praça é alvo desses pecadores.
O Sacro Imperador é titubeante enquanto a tomar uma decisão, por demais é terrível ver que esses príncipes protestantes tenham tamanha audácia. Certamente não esqueço na dificuldade em que se encontra neste novo mundo. Ao qual com vitória de Espanha poderei enviar-te ajudas inestimáveis.”

Quarto Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
“O Caminho Prateado”.

“Retratar-me do que quer que seja, não o posso e não o quero... porque agir contra a própria consciência não é seguro nem honesto.” (Lutero)

A sociedade vampirica sergipana se firmou quando surgiu o sonho do El-Dourado das Terras de Sergipe Del-Rey, quando por Belchior Dias Moréia, estava a alegar ter encontrado minas de prata e pedras preciosas.
Nas muitas ocasiões houveram-se os festins de sangue, para criar uma sensação de sociedade, um tanto quanto estimuladas por seu principal arquiteto Guilio Olivares. Estas ocasiões ficaram conhecida na sociedade vampiricas como “os Chás”, sabendo bem que a raridade dessa bebida causava um certo numero de curiosos. Bon Apetit.
Bem que no inicio das noticias, das descobertas das “minas de Prata” os vampiros na localidade entraram numa corrida para montar a expedição e conquistar as riquezas do novo mundo, que lhos dariam o mundo a seus pés. De notar que a ocasião foi empreitada per dois vampiros com certa influencia, os quais Dannvy de San Cristoban e o Guilio Olivares. Cada qual arquitetou suas manobras e manipulações entre sorrisos e pressões tanto nos “chás”, tanto fora deles. Como a empreitada era por demais arriscada para ambos a corrida se estendeu por alguns anos, enquanto as noticias miraculosas de Belchior Dias era suprimida, caçada, porem se expandia tanto quanto a difusão da pólvora.
Então com a expedição pronta para partir Donna Dannvy estava com sabores de vitória quanto a sua “propriedade em Itabaiana”. Porem a doçura da liderança se amargou quando soube que uma expedição do Guilio Olivares já estava a partir. Foi dada a largada das expedições, os caminhos do desconhecido dos sertões estava adiante. Observa-se que nenhum dos articuladores chegaram a efetivamente ir, o Guilio Olivares por sua força no clã , concedeu a honra aos ardilosos e insidiosos Jaime e Armando, enquanto uma cria de Dannvy liderava a outra expedição.
A gloria de ter chegado antes ao resultado coube a expedição “Olivares”, com alguns dias de diferença e uma boa sabotagem do rival que garanti-se o resultado. Porém a situação do gosto de vitória se tornou o primeiro encontro entre Vampiros e Feras por destas terras, na visão dos vampiros é claro. A expedição ao subir a lendária serra de itabaina se deparou com a criatura mais negra e maligna destas terras, enquanto a fera fatiava a linha de frente da expedição e se via a destruição de cavalos e jumentos a um só golpe, escravos caiam na garra da fera, os vampiros dessa expedição fugiam como nuca fugiram de algo, em poucos dias deram de cara com a expedição de “Dannvy” que o seu representante não ousou questionar, tento em vista que os fugitivos não pararam para parlamentar e os urros das feras foram ouvidos. Seguiu-se então os três em fuga para a São Cristóvão. Os relatos enfureceram ambos os patrocinadores, cada um a seu modo articulou uma vingança, um contra o outro e um plano de conquista definitiva do “caminho prateado”. Enquanto os “fugidos” se acalmavam em suas praticas ordinárias, a fúria de “Dannvy” foi tanta que aprisionou os “Expedicionários de Olivares” em seu refugio improvisado, violando assim qualquer tradição e relação de Status. Pobre deles pois se viram num logo e árduo “interrogatório – sedução”.
Qual Olivares sabendo da situação, planejou durante algum tempo, porém lhe surgiu a solução. Dannvy estava obcecada pela conquista do caminho prateado, balas de prata foram encomendadas, uma nova expedição se preparava, mercenários sórdidos foram aliciados, e como não deixou de ser, o silencio e a obsessão fez-na esquecer dos prisioneiros e de certa forma do “Olivares”.
Então se abateu a desgraça sobre Dannvy, as forças da inquisição local pegaram sua cria Fernandez , a acusação era absurda: que ele “Era uma Bruxa que tomou o lugar de um guarda”, fora as provas corriqueiras de bruxaria. Não fosse apenas um episodio trágico em andamento, nada mais podia fazer Dannvy frente às chamas do Auto de Fernandez. Indo a seu refugio, notou a singular forma “quinhentista” de busca e apreensão. Os dois rapaces prisioneiros tinham lhe sumido. Que inferno se apresentou.
Desta forma Olivares tinha seu plano concluso, apesar dos sucessos não lhe foi proveitoso a situação ao quanto social. Os “prisioneiros” tinham por demais se afeiçoado a intrépida Dannvy , passado um certo tempo para que desta se acalma-se se juntaram a ela na empreitada da nova expedição. Dessa forma surgia a “facção San cristobina” nas terras de Del Rey em contraposição a facção encabeçada por Guilio Olivares e sua cria o capitão do mato Albar, em “facção do Cotinguiba”.
A poeira assentada e a nova disposição política se equilibrando, as duas facções passaram a se digladiar nos “chás”, um mais maravilhoso que outro, e na influencia de pequenas cousas que só os vampiros podiam perceber. Tão logo Dannvy concretizava sua expedição a Itabaiana, esta não encontrou nenhum empecilho, que podemos por dize sobrenatural. Parecia que uns guardas armados com balas de prata dissuadiu qualquer “aparição fantástica” de interferir na promoção da “civilização”, como gostava de apontar Dannvy.
Porem tão qual, parecia apenas. O “silencio assusta mais que os urros” já alertava Olivares num dos “chás”, portanto o sabor do “chá” ficou mais na lembrança do que qualquer advertência. Cousas pequenas era motivos de “disputa” entre os vampiros, como a intenção de um açougueiro ou mesmo a preferência na moda das perucas do século que despontava.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
Apontamentos de Albar num período esquecido:
“A busca pelo caminho prateado teve inicio, não acredito que possa haver tal lugar, ou mesmo um El Dourado. Mas como duvidar não tem acolhida em minha raça, me mantenho apenas em ressalvas.
As alianças com os negros das terra se foi, os sertões estão libres, nosso gado pode percorrer estas terras como nunca dantes foram. O nosso amigo Guilio não foi de tão sorte, este século tem sido de demasiada crueldade para com ele. As coisas que um dia tiveram valor se foram, vive ele de modo deplorável. Terá ele acolhida em minha casa assim que vencer o orgulho que lho impede. Esses modos dos negros devem ser esquecidos, enquanto isso este século me tem sido gentil, de capitão do mato consolidei-me a algumas posses. Que de grande serventia mo é.
A bruxa de São Cristóvão faz de suas maldades para com os negros da terra como jamais algum de sangue português poderia conceber. Por ela sozinha todo o mal advindo disto lhe recairia, mas como posso saber o futuro. Os outros dois estão a trazer negros de África, tanto para lhos moverem moedas quanto aplacar-lhos os buchos. Que cristão se utilizaria de tais praticas, tendo em vista que os deuses do velho mundo não tem valia por a cá destas terras, isso não devia me surpreender mais.
Esquecem eles dos monstros do Caminho Prateado, eles esquecem ou se supõem fortes por demais, se de palavras se fizesse as forças não estaria o Guilio em tão penosa situação.”

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odrysius
Posted: Apr 12 2006, 06:56 PM


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Cronologia do Segundo Periodo Historico de Sergipe del Rey Vampirica:
• 1594-1602ad A Guerra do “Caminho Prateado”. Auto-de-Fé de Fernandez D’Guarda. Guerra contra os Lupinos.
• 1600ad Albar de Sayão, Clã Ventrue, cria de Guilio Olivares.
• 1602ad Doação da primeira Sesmaria que se formou Engenho de Açúcar.
• 1607ad Transferência da Sede de São Cristovão de "Santo Antonio" para a atual São Cristovão. Para evitar o ataque dos piratas Franceses.
• 1617ad Chegada de Alfonso Manoel, Clã Seguidores de Set, com as tropas Espanholas da União Ibérica. Chegada de Severino Silva “das Peixeiras”, Clã Nosferatus, fugindo do “Boitatá”.
• 1619ad Expedição para os idos de Itabaiana de Belchior Dias.
• 1620ad A “morte” Olivares.
• 1622ad Morre Belchior Dias, Levando consigo os segredos do El Dourado Sergipano, os segredo das minas de Pedras Preciosas e Prata, morre em carcere do Governado da capitania Bahiana.
• 1630ad Guerra contra os Lupinos.
• 1632ad O incidente em Guararema. Extinção de Zeh Capeta.
• 1633ad A figura do traficante holandês Sammael di Zaggah, futuro Toreador da invasão holandesa, ainda como mortal, em acordos ilícitos com certos vampiros.
• 1637ad. Invasão holandesa do território Sergipano. Incêndio de São Cristovão na retirada de Conde Bagnoulo. Ao chegar em São Cristovão o comandante Holandês Van Schoppke ordenou a destruição dos engenhos e do que restou da cidade, segundo incêndio de São Cristovão.
• 1637ad Começo dos conflitos contra os holandeses, Nosferatus e Seguidores de Set se mobilizam para uma guerra contra a figura conhecida como “Conde” e seus Toreadores. Os Gangrel entram na guerra contra os Toreadores, devido a constante invasão territorial. Os Ventrue mantêm a neutralidade, porém não a deixam claro. Dom Guedes e Dom D’Avila conspiram contra os “Seguidores de Set litorâneos” e os deixam na mão durante a guerra.
• 1638-1644ad Construção de Forte Holandeses para proteção do território conquistado frente aos portugueses. Adoção de novas técnicas em Fabricação de requeijões e construção de currais de pedra em território conquistado pelos holandeses.
• 1643ad Guerra contra os Lupinos.
• 1645ad A retomada do território sergipano pelos portugueses teve inicio com a captura do forte do rio Real e o posterior cerco da sede de São Cristovão.
• 1645ad Auto-proclamação de Ducado de Alfonso Manoel dos Seguidores de Set ao Sergipe litorâneo. Dom Guedes e Dom D’Avila se consolidam Dominus e tramam junto aos Bahianos.
• 1646ad Batalha do Urubu (Atual Própria) e a tomada de Forte Mauricio (Atual Penedo, Alagoas), fim dos 8 anos de ocupação holandesa em terras Sergipanas.
• 1646ad O “Duque” declara caçada de Sangue a todos os holandeses.
• 1648ad Alfonso Manoel se auto-proclama Majestade Suprema e Protetor Máximo de Sergipe del Rey.
• 1675ad Praga de fotosensibilidade no gado em Sergipe.
• 1696ad Sergipe adquire autonomia judiciária com a criação da ouvidoria de Sergipe, em seguida as criações da primeiras vilas
• 1700ad Albar se auto-proclama Senhor do Paço do Alto Cotinguiba frente ao “Imperial” Seguidor de Set. Ao qual não há contestação.
• 1703ad Incidente do Seguidor de Set e o “Pueblo Fraiú”.
• 1710ad Auto-coroação do Severino Silva como Rex Bellator.
• 1713ad O “Rex Bellator” revoga as diposições de caçada de Sangue aos Vampiros Holandeses. Criando dessa forma uma aliança inesperada entre Toreadores e Nosferatus. José Papoco, Clã Nosferatus, cria de Severino Silva.
• 1721ad Carta de inicio de negociações de Armistício enviada por Severino Silva ao Príncipe de Salvador.
• 1722ad Fechamento das Fronteira Vampiricas contra a Bahia. Guerra nos Altos Sertões, de Geremoabo à Mangue Seco.
• 1723ad Guerra contra os Lupinos.
• 1727ad Massacre de Lupinos no “Incidente de Rosentina”.
• 1733ad Massacre de lupinos no “Rio das Vacas”.
• 1734ad Fúria Lupina nos Sertões.
• 1743ad Guerra dos Seguidores de Set contra a aliança Toreador-Nosferatus. Emboscada ao Marquês de Babu.
• 1744ad Aliança entre os Gangrel e os Ventrue, que saem em guerra contra os lupinos. Sammael di Zaggah dos Daevas, patrocina o “novo” pelourinho de Itabaiana.
• 1753ad O duelo entre o Marquês de Babu e o Marquês de Estância, o primeiro é derrotado. Início da Guerra Seguidores de Set contra a Aliança Toreador-Nosferatus.
• 1754ad Ataques contra Simão Dias e Lagarto (Guerra Seguidores de Set contra a Aliança Toreador-Nosferatus).
• 1756ad Conflito em Dores (Guerra Seguidores de Set contra a Aliança Toreador-Nosferatus).
• 1757ad Incêndio em Riachão do Dantas (Guerra Seguidores de Set contra a Aliança Toreador-Nosferatus).
• 1760ad Armistício Ventrue, imposto por Guilio Olivares.
• 1761ad Recrudescimento da Guerra Seguidores de Set contra a Aliança Toreador-Nosferatus. Emboscada a Babu. Guerra empreendida pela aliança Ventrue-Gangrel contra os lupinos, pelo ataque a Poço Redondo.
• 1762ad Pedro Caelum, Arauto da Guerra, invade o Urubu (Própria vampírica).
• 1764ad “Piratas” do São Francisco, por Pedro Caelum.
• 1766ad Armistício de “Várzea Grande” entre Seguidores de Set e os Aliados Nosferatus-Toreador.
• 1767ad Ataque a Salgado acaba com a paz assinada pelos Seguidores de Set e os Aliados Nosferatus-Toreador.
• 1768ad A Facção Ventrue do São Francisco, liderada por Pedro Caelum, intercede ao lado dos Seguidores de Set na guerra de então. A Facção Ventrue do Cotinguiba, liderada por Guilio Olivares, se mantêm neutra pois emprenderam junto com os Gangrel uma ofensiva contra os lupinos. Atentado mortal contra o Contratador-Mor de Sergipe del Rey, um erro claro, pois o alvo real era o Marquês de Babu, este tentava obter apoio da Facção Ventrue do Cotinguiba, mas não fora bem sucedido.
• 1769ad O Quadro da Guerra muda, graças ao apoio da Facção Ventrue do São Francisco os Seguidores de Set revertem o quadro da guerra, ao menos a um Impasse. Os Toreadores vendo isso acontecer “trocam de casaca” e passa atacar os Nosferatus. O “Grande Impasse de Intanhy.”
• 1770ad O Regente Guilio Olivares é reconduzido e declara o fim do Estado de Guerra. Ao qual os clãs reconhece ao menos pelo impasse surgido.

Quinto Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
“O Conflito”.

“Só temos consciência do belo quando conhecemos o feio. Só temos consciência do bom quando conhecemos o mau.” (Lao-Tsé).

Os ataques de vampiros de lugares diversos e não conhecidos, como aqueles que são puramente invasores, causaram o pavor e ojeriza da sociedade nascente e sua terrível reação em relação das chamadas “Fronteiras abertas”. A situação até então se mostrava terrível, então se mostrou pior com os “vampiros invasores organizados”, tendo seus significantes com as incursões “holandesas” e “francesas”.

Alfonso Manoel Fernandez Dias e Severino Silva se apresentam formalmente em 1617 a presença de Guilio Olivares e Albar em São Cristóvão. Tendo o Severino elencado no decorrer do tempo, o seu encontro com o boitatá num brejo próximo a São Cristóvão, um assunto que os nosferatus de hoje não gostam de discutir ou matem em segredo sua verdade quanto da situação desse fato.
Ao ano seguinte o Guilio Olivares começa a ficar menos ativo no cenário social vampirico, como também desaparece toda a dita facção rival, o que se deixa muito a suspeitar da real verdade em relação ao fato, porem não se apercebem os novos signores da situação anterior. Um incidente porem deixa Olivares muito perturbado, o fato de sua “morte” frente à sociedade mortal daquele período, num incidente numa taverna, em que ele discutiu ferozmente com o Alfonso Manoel, pois no meio da discurção um mortal percebendo o sotaque lhe desferiu um golpe mortal confundindo-o com um espanhol, em relação os ânimos da unificação ibérica, ao fato que o Alfonso teve que levar o corpo para um lugar distante dos olhos mortais a fim de lhe tratar sobre o “causo”, um favor incomodo que Olivares teve que guardar durante um bom tempo. Com tal autoridade Alfonso Manoel se arranjou um titulo de Marquês e as titularidades da terras da lagoa vermelha e serra de babu, ao qual se instalou posteriormente no que ficaria conhecida como Itabaininha.
Instalando-se em distante Estância, Severino Silva se propôs em negócios com o dito Regente das terras de Cirigi, ao caso Olivares, e negociou-se sua titularidade sobre a terra e titulo de marquês, ao qual fez-lhe muito gosto.
Servindo de velhas praticas Olivares se pos ainda a fazer o que se chamou o “ultimo chá”, tendo em vista o ultimo uso da pratica naquela forma. Depois disto os dous marqueses se puseram a atiçar seus próprios planos, Severino em seus experimento com a pólvora e seu muleques, e Marquês de Babu com suas “missiones”.
Em 1623 Olivares fora acometido pelo sono, segredo pelo qual Albar não noticiou a ninguém prosseguindo assim os negócios da família, porém lhe faltou algo, reconhecer-se o novo regente com o poder e mando do Olivares, a legitimação. Dá-se assim a disputa posterior que dá ensejos aos “conflitos”, os “conflitos” da sucessão.
O Marques de Babu começa na dianteira, fomentando aliados e capangas, e o uso de sua força pessoal a solução de disputas, quando em 1632 reintegrou o território do rio real ao território sergipano vampirico, porem sob seu marquesado, quando derrotou as forças do Auto-proclamado Zeh Capeta nas redondezas do povoado de Guararema, o embate conhecido como “Coronel Alfonso Manoel e os 13 cangaceiros contra Zeh Capeta em Guararema”. Coisas que permanecem na tradição dos Seguidores de Set até os dias atuais. Porém o novo procedimento, modus operandi, iniciado pelo Alfonso Manoel “marquês de Babu” se tornaria a nova medida no conflito entre a sociedade dos membros no decorrer do século que se seguiu.
Os grupos dos “mercenários” se tornaria a práxis para as operações de guerra. O conflito se estendeu dentro do clã Seguidores de Set, abrangendo os dous grandes Signores do oeste de del Rey, os auto-proclamados Dom D’Avila e Dom Guedes. Ambos tinham objetivos próprios e não comunicaram nenhuma de suas intenções ao Marquês de Babu, armaram os “seus” porém ao estilo de Babu.
A história sombria deste clã tivera resultados inesperados, como também resultados “humanos” agravaram a situação nos séculos seguintes. Principalmente desses dous “Dom’s” em que iniciaram por sua conta e insanidades egocêntricas a guerra contra as feras nos sertões, certamente se teve ajuda de alguns gângreis de estadia por acolá.
A situação se agravava pois, em todo o caso, pareciam que estes tiveram de alguns sucessos contra as ditas “bestas”, fazendo-as recuar a seus refúgios desconhecidos e indo as áreas de acesso mais dificultosos, tanto para os “hombres” tanto para os vampiros.
Fontes informaram naquela época, que um dos Dom’s tentará fazer uma de suas “feras” capturadas trabalha-se em seu engenho para lhe aproveitar melhor a sua força para mover as moedas. Cousa por demais, que os Seguidores de Set não gostam nem de pensar de responder “tal gracejo”, porém se põem posto.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

As Atividades de Dom D’Avila e de Dom Guedes para um “futuro promissor”.
Por Albar, em documentos de clã.
“Estes dois signores empreenderam uma das operações mais prejudiciais a todos os vampiros por destas terras de Orbis Ciriji. Eles iniciaram o que podemos dizer, o progron contra as feras nos mais altos sertões de del rey, pondo em pratica a caça sistemática e aniquilamento de núcleos dessas feras nativas, tanto por uso dos chamados batedores do clã Gângrel, tanto do uso da antiqua formação Alfonso-babu. O que não deixa de ser formidável para os esforços daquela época. Diferenciaram-se aquele tipo de pratica iniciada pelos Dom’s, daquela pratica que se teve no correspondente ao atual território de Del Rey.
Os conflitos dessas atividades autocráticas mostraram a força de um rompimento severo que se mostrou dentro de um clã, um movimento destrutivo, desencadeado pela falta de uma liderança interna por parte do clã, como condições também favoráveis fora do clã, como a não-força da liderança do território da Orbis, lamentavelmente, devido a própria força da época. É de se registrar os motivos históricos de algumas situações, que como clã, não devemos permitir que se repitam, mesmo que seja no caso claro de interferência, parte é claro para outro assunto e discussão apropriada.
Bem da verdade que desses signores tiveram do remédio apropriado dado pelo tempo. Como visto por “canudos” e incidentes tão terríveis quanto, ao menos para a historia particular de nossa raça, por assim o dizer.
Claro, jamais o clã Seguidores de Set nos dará as informações de loci, porém digo-vos qual seria a graça disso se o fizessem.
Tudo indica que as operações realizadas pelo Marquês de Babu no que se decorreu da história é realmente uma afirmação de liderança dentro do próprio clã. A Guerra dos Seguidores de Set desse período teve efeitos desastrosos para nossa sociedade, e teve efeitos degenerados de autoridade que tanto sabemos quais o foram.Não devemos que tais cousas se repitam em Orbis Ciriji, nada que interfira desse modo nos modos de ser destas terras. Esta é nossa posição no momento frente à investigação.(...)”

Sexto Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
“A Reconquista”.

“Toda a arte militar baseia-se no ardil. Portanto, quando és capaz, finge incapacidade; quando és ativo, finge inatividade.” (Sun Tzu).

Um conflito humano dá margem a novos acontecimento entre os “imortais”,a invasão do território sergipano pelas forças holandesas. E seguindo-a para ampliação dos próprios territórios estavam os vampiros holandeses e a figura conhecida como o Conde. Porém não se alega que seja a figura do nosso conhecido holandês, o Barão de Itabaina, este veio um pouco antes da invasão e era conhecido por Olivares e Albar em seus negócios ilegais, até então, com Holanda.
Não se pode dizer que houve algum embate contra as forças holandesas humanas pelos vampiros, porem pode-se dizer sim que os vampiros até então locais culparam os holandeses, todos eles incluindo-se os vampiros, pela destruição de São Cristóvão e os fortins que até então defendiam o Ciriji.
Os embates com os vampiros holandeses se deu então do período de 1637 à 1648, até então, sabidamente por todos, os Ventrue mantiveram seus negócios normalmente com os “forasteiros” até 1637, sabendo claramente que a invasão era iminente.
Em 1643, Albar noticia a situação da guerra a Babu e a Estância e a situação da invasão das feras lobisomens nas imediações de Monte Alegre. Porem o que não é dito é em que lado os Ventrues estavam nessa guerra contra holanda. Pelo menos é sabido que Gângreis, Seguidores de Set e Nosferatus estavam em guerra aberta contra os Toreadores holandeses e em decorrência contra os franceses também.
Prosseguindo em suas intenções o Marques de Babu em 1645 se declara “Dux Ciriji”, em 1646 “Regente de Del Rey” e finalmente acaba por decretar caçada de sangue a todos os vampiros de holanda em terras de del rey em 1647. Com a derrota do “rebanho holandês” em 1648, realmente se abateu um período negro para os vampiros holandeses em terras de Orbis Ciriji, a era negra dos Seguidores de Set se abate por todo o dito território até então.
Reforçando sua autoridade frente a situação, Alfonso Manoel em reunião mínima, engendrou para si mesmo o titulo de “Magnificissima Excelência Majestosa Protector Maximus de Sergipe Del Rey”, em 1648. E que muito tempo depois se perduraram as criticas referentes a tal mando absolutista frente a sociedade vampirica até então presente.
Tão presente suas actuações que se prosseguiu sua estratégia de governo estimulando a formação das unidades de caça, bem mais grupos de extermínio dá pequena mais existente comunidade de holandeses nocturnus em Del rey.
Tão, porém a conturba situação pós-guerra, as atividades de Alfonso Manoel por fim cessaram, por vez criando uma nova guerra de sucessão, por força do sono que lho afligirá desde os fins das hostilidades entre rebanhos no fortim de Urubu e o ataque português em Penedo, marcando o fim dos atos de guerra em território do atual Sergipe.
Sendo a sucessão aberta se abateu uma terrível guerra vampiresca, os ataques aos “rebanhos” um dos outros se tornou a face da guerra no final do século que decorria, a escassez de “rebanho” em decorrência da guerra tornava rebanho e territórios alvos primários de sobrevivência, não por mais as força dos jesuítas e demais caçadores de vampiros se fez sentir nesse período em Del Rey.
Tão logo nos territórios do marquesado de Babu, bem da verdade da banda da freguesia das margens do rio real, surgiu em 1674 a rebelião dos negros do Rio Real, aos quais muitos dos membros opinão que para suprir o “rebanho” os “signores” vampiricos se fartaram de negro d’Africa, se não bastasse a opressão da escravidão, conhecida a muito pelos negros d’Africa eles se viram não apenas como burros de carga mas como cardápio pronto para consumo. Eis o motivo da associação direta dessa guerra humana com o conflito vampirico decorrente.
Toda uma geração de negros D’africa foram massacrados pelo genocídio em retaliação a revolta, impetrado por senhores humanos e suas milícias de bons homens , como de senhores vampiricos em suas guerras contra os “animais desgarridos”. O rio Real se tornará rubro.
Mas por sua vez o tempo trouxera o gado e seus vaqueiros para ocupar novamente o território destroçados pelas guerra com holanda, e então as coisas puderam voltar aos eixos. Não ainda porém aos homo nocturnus de Ciriji.
Uma doença se alastrou entre o gado porem nesse período, o que entre os membros foi dito da criação do gado carniçal, a historia dos membros a registra como experimentos para novos meios de guerra, porém que fugiu ao controle de seus tolos criadores. Porem a ciência moderna da veterinária nos dá esse resultado como decorrência da fotosensibilidade que o gado pode apresentar.
Se faz notar, ai sim, o registro esparsado de aparições sistemáticas dos lobisomens depois, a de se notar porém que eles tiveram essa percepção tardia, das guerras dos rebanhos. Uma fase em que batedores lobisomens obteram, sem duvida, muitas informações de seus inimigos.
O resultado desses conflitos não redundou num sucessor legitimo a causa de Alfonso Manoel, e estendendo a legitimidade, ou a algum sucessor de Olivares.
Os dominus do alto sertão por sua vez nada puderam fazer quanto aos distantes conflitos nos litorais de del Rey, porem engendraram com o Dominus Bahiano, o Dux de Salvador, a suas inserções na corte de Salvador, forçando politicamente a tomada de posição frente o conflito até então reinante.
Influentes ou não, a política humana se mostrou favorável a esses insidiosos senhores e seu tratado, cosmético ou não, com o Dux Bahiano. Sergipe Del Rey perdia assim por força do Governador da Bahia 70% do território, e por sua vez a então capitania de Ciriji estava sob judice dos mortais de Bahia. Não o território vampirico pois esse estava em guerra. Há de se observar que os incursores legalistas vampiricos de Bahia foram derrotados no rio Real, sendo as Batalhas vampiricas nas areias de Mangue Seco e de S. Itíubã memoráveis para os feitos dos vampiros de Ciriji.

Observancia a Historia real de Sergipe:
Historia de Sergipe. Por Antônio Wanderley de Melo Corrêa e Marcos V.M. dos Anjos
“Havia na Capitania, além da dependência política, a econômica, pois as exportações se realizavam pelo porto de Salvador. Assim grande parte dos impostos sobre produtos Sergipanos era arrecada pela Bahia.
Durante o período colonial, Sergipe foi perdendo território no sertão e no sul. Os governantes da Bahia foram fundando vilas no território sergipano, enquanto os fazendeiros baianos espalhavam seu gado pelos sertões sergipanos. Dessa maneira, a Bahia foi controlando áreas que legalmente pertenciam a Capitania de Sergipe.
Quando a capital do Brasil foi transferida de Salvador para o Rio de Janeiro em 1763, o Governador da Bahia continuou a ter o poder de nomear os Capitães-Mores das Capitanias de Ilhéus, Porto Seguro, Espírito Santo, Paraíba, Ceará e Sergipe.”

Setimo Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
“A Guerra”.

“Pôr completamente em jogo nosso estilo de combate: coragem, espírito de sacrifício, desprezo pela fadiga e tenacidade nos combates contínuos (combates sucessivos travados num curto espaço de tempo e sem descanso).” (Mao Tsé-Tung).

Aos idos do novo século que nascia, o Alfonso Manoel volta, em meio ao caos e a situação política desacertada, ao ato de traição de seu clã lho sopesou a alma, porem encontrando forças infindáveis no seu intimo, ou no imperscrutável, retomou os rumos do comando e seu odioso titulo de “Magnificissima Excelência Majestosa Protector Maximus de Sergipe Del Rey”, para muito desgosto de quem lutava 50 anos pela supremacia. Seguindo assim, teve portanto que abrir concessão a algo, ao auto-proclamado Senhor do Paço do Alto Cotinguiba, o Sr. Albar, mas o conflito dessas figura por ai parou.
O conflito mesmo veio contra a Bahia, que foi empreendeu uma frente atroz nos altos sertões, a Bahia, como se especula, valeu-se de atrozes mercenários e demais criaturas contratáveis para “Reaver-lhes os domínios”, a invasão decorrente do largo do Rio Real fora medonha, avançaram até com colonos mortais para garantir o direito de “Uti Possidetis”, coisa que foi sentida pelos senhores Mekhets, ai inserido o Marques de Babu.
Com a crise das minas gerais, o fato da descoberta de ouro e demais preciosidades, causo sim efeitos mais desastrosos para os membros de Del Rey , tendo em vista que as classes menos favorecidas da urbes vampirica se dispuseram a tentar a sorte e riqueza rápida nas Gerais.
A retomada do poder pelo Marquês de Babu foi tida como lenta porem gradual, tanto as fatores de informação quanto a de credibilidade quanto a sua pessoa, nada que um bom aço não dissipa-se as duvidas por todavia existentes. De fato estratégico existente foi o fato do encontro do Marquês de Babu com os Pueblos Fraiús, Fraiús como por fim vieram a ser chamado por aquele que resolveu descer a serra. Seu acordo que viria a ser secular rendeu a cidade de Itabaianinha bons lucros, vindo a ser chamada no futuro de cidade dos anões, porém de nenhum lucro serviu-se o Seguidor de Set. A piada corrente foi que nem o sangue puro destas besta nutriam mais que a de um rato.
Tratou sim de fortificar o seu refugio de Pedrinhas, coisa por bem mais produtiva que o Marquês de Babu tratou de fazer.
Sete anos se passaram então incontestes, pois aos idos de Estância, Severino dos Nosferatus, o então do Marquês de Estância se proclamava para o bem de todos, os seus é claro, Rex Bellator et Peixeiras de Ciriji. Em seu ato de governo, já bem relacionado com os Toreadores e Ventrues, decretou a famosa Revogação da Caçada de Sangue aos vampiros holandeses , assim nas palavras do velho Bill das Peixeiras, “Abrindo as portas aos clãs amigos”. O lapso medonho em que o marquês de babu se via, aumentou com a coroação do Rex Bellator, com uma corte em formação com Zé Papoco, o apoio dos Daevas do Urubu, dos Ventrues de Capela, dos próprios Seguidores de Set dos Senhorios de Tobias.
Motivos maiores para a guerra que se seguiria não faltavam, porem se assomaram mais alguns, como a tomada de atitudes diplomáticas próprias como a Carta de intenções do Rex Bellator frente ao Dux de Salvador em 1721, em que expunha a dificuldade e a guerra frente aos Dominus do Alto Sertão, e a subseqüente quebra de relações diplomáticas com fechamento de fronteiras vampiricas em 1722, afinal os avanços e ofensivas por parte dos selvagens baianos prosseguiram. As duas cortes seguiram se tomar conhecimento da outra, pois as ofensivas contra o Dux de Salvador, por muitas vezes forçaram as duas cortes lutarem do mesmo lado da “trincheira”, afinal o inimigo do meu inimigo por hora é meu amigo. As alarmas do Monte Alegre e da distante Canide como as do meio largo do caminho prateado indicava uma terrível guerra de três a quatro fronts.
Os incidentes de Rosentina de 1727 e o Massacre no Rio das Vacas em 1733, desencadearia a guerra que posteriormente adviria, a chamada guerra da Fúria Lupina dos Sertões.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

Carta ao Rex Bellator por Sammael di Zaggah, “O Holandês”.
“Ao mui respeitoso Rex Bellator et Peixeiras de Sergipe Del Rey

Sábio teu apelo de trégua, embora dúbia tua motivação. Vale lembrar Henrique VIII de Inglaterra que chamou os lideres revoltados a seu templo, ceiou natal com eles, só para, ao liberarem seus opositores- Data a vênia, por opção do então regente – para encontrar os soldados massacrados.
Passo a passo, negocie com Holanda.”

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

Memórias de Sammael di Zaggah “O Holandês”.
“Foram quase dois séculos de crises e ambições. Aquele de Babu, que outrora se achou no direito de ser chamado “rei” mostrou suas feições, e o horror tinha agora face e nome.
Na Regência de Mestre Severino, ele foi posto em seu devido lugar, mas o pobre ancião do litoral provocou a fúria do norte, sob o rio São Francisco, que desceu irracionalmente sobre a costa, numa onda de fogo e destruição.
Tenho sangue em minhas mãos porque tentei ser cordial com o canalha velhaco de Babu. Depois, por tentar guiar à luz o ingênuo Severino, o que fez surgir o inferno nas cidades de Salgado, Carira e trouxe a guerra do São Francisco a toda a costa. E agora, o ingênuo Pedro do Céu, rei de uma terra arruinada, entrega a liberdade do Rio Real ao primeiro, o ameaçador Babu.
Eu garanto minhas terras contra a fúria e retaliação, mas não a busco. O Regente, desperto em um mundo que não conhece, sem domínios da terra ou do vil metal, deverá ser sábio ou cairá na mesma falha que provocou a fuga de Severino Peixeira.
Quero lavar o Sangue de minhas mãos, mas mesmo não visível, ainda sinto seu cheiro.”

Oitavo Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
“A Guerra”. (Continuação).

Ao curto fim das hostilidades, antes da guerra contra as bestas-feras em pelo, ao menos para seus lideres, as cortes de del rey puderam se dar ao luxo da socialização. Coisa que começou com muitas pernas tortas. A exemplo disto, temos o notório incidente da emboscada do Marquês de Babu no que ele considerava por seus domínios e autoridade, atacado a meio caminho de seu destino por velha formação que a quase um século atrás incentivara com tanto fervor e uso, coisa tal que o deixo por tamanho ódio tendo em vista a letalidade do uso dos antigos arcabuzes e seus ensurdecedores estampidos.
O apelo a paz se acabavam antes mesmo de começar, os grupos aproveitaram a trégua para atualizar suas artes de guerra e a reestruturação de seus mercenários, como aproveitar a caçada aos jesuítas, incentivada pelo governo mortal pombalino de 1759, não que o conflito com os jesuítas já não estivesse em andamento, como os próprios mortais os prejudicaram já em 1732, na luta entre jesuítas e franciscanos em Japaratuba. Como evidentemente os vampiros não perderam a chance de fustigar seus algozes nos dois períodos decorrentes dos mortais.
Novas forças começaram a surgir na órbita dessas corte, com o Baronato de Pedro Céu em Canidé e o Baronato de Sammael em Itabaiana, vizinho do atroz caminho prateado.
Sammael di Zaggah, o holandês, futuro corvo negro da desesperança, de sua parte fez seus frutos para a sociedade vampirica de até então, como sua atuação no mundo dos criminosos mortais para a obtenção dos melhores preços de negros d’africa, que a muito agradou os velhos senhores do cotinguiba, de sua parte também Sammael ajudou a financiar o “novo” pelourinho da nascente Itabaiana no cenário Sergipano mortal.
Pedro Céu por sua vez alinho as defesas no São Francisco e criou uma rede de informações na fronteira dos territórios lupinos até então, lutou contra os destruidores de gados e seus intentos de criar gado carniçal, como também fez para o São Francisco o bom uso da navegação local até então para os fins dos membros.
Porém, em arremedo as velhas tradições do chá dos membros, tentou-se reunir os membros na fazenda de Severino, numa festança como dizia o Bill Peixeira. O fim das hostilidades a retomada da civilidade dos membros, o sonho de todos porém como se mostrou cada um sonhava com eles próprios no comando das coisas.
Enfim os senhores da guerra se reuniram, um tanto o outro desconheciam a autoridade que cada um reservava e considerava como seus. Severino na recepção dos convidados proclamava seu titulo, porem um moleque veio lhe avisar da presença do soberano das terras de Del Rey, pois bem Severino se pôs a esperar a armada do soberano.
Quando o Marquês de Babu chegou entrou logo em conflito com Marquês de Estância, ambos em situação de Rex. Quem devia ceder, que devia fazer o real beija-mão, que devia se saber inferior. Ambos sacaram suas armas símbolo de seu poder, porem nem chegaram a se entender quanto a forma de solução de conflito, “chamem os padrinhos”.
Barão de Itabaiana ficou sendo padrinho de Bill Peixeira e Papoquinho ficou sendo padrinho de Babu. Deu-se o famoso embate, Peixeira com suas duas peixeiras em fúria e Babu com seu melhor aço de Espanha, também em fúria. Posto que a sorte sorriu para peixeiras que com sofridos golpes conseguiu atingir Babu na sua velha couraça espanhola.
Decidiu-se assim toda sorte do Regno até então. Saia Babu para suas terras derrotado pelo duelo. Porem por incrível que pareça os vencedores se viram no que chamaram de guerra declarada. Todos se viam no direito de clamar por Babu e pedir o direito de indenização e respeitos, existentes ou não, que este devia prestar aos membros.
Semanas seguintes Babu se via defendendo seu território contra os atos de guerra do Marques de Estância e o Barão de Itabaiana.
Em 1754 os notórios ataques a Simão Dias e Lagarto aconteciam, atacava-se os rebanhos dos inimigos sem piedade, os atos de guerra chegaram a destruir casas e duas igrejas a esse momento, aos quais os mortais acusavam os negros fugidos, os vadios dos sertões e até o Saci por essas depredações. O conflito se estendeu a Dores em 1756.
Já em 1757 atacaram a Riachão, os ataques estavam atingindo já os engenhos e os comboios de cargas de açúcar, sem duvida esses disparates incentivaram os mortais a buscarem também esse lucro fácil.
Porém um incidente em 1760 veio a constranger todos naquele ano, a volta do Guilio Olivares, lembrado porem todos não sabia que reação teria, exceto talvez o Albar, nas boas praticas de seu tempo Guilio Olivares, mandou carta a todos e estendeu é claro o convite aos novos para a situação de sua volta, como não podia deixar de ser não se valeu de seus recursos, mas deliberou que Severino o prepara-se, e é claro a suas próprias custas, coisa que estranhou a todos fora o fato de Bill Peixeira o mais atuante na guerra o faze-lo, parando assim a guerra. O incidente ficou conhecido como a trégua do Ancião Regente.
Muitos para lá acorreram mais por curiosidade do que por obrigações ou questão de autoridade. De sua parte Olivares na festa, a moda dos velhos chás , fez publica sua recondução a regência, e reorganizou por assim dizer a ordem das coisas, Babu e Pexeiras viravam novamente Marqueses da Grande Orbis e os novos Sammael e Pedro viravam Barões das terras que até então governavam. Todos olhavam Peixeiras, esperavam a violência, mas dele só veio respeito e reverencia ao ancião, Babu compreendia Peixeiras mas em seus pensamentos não deixava de rir, o que parece que ficou transparente em seu rosto para todos naquele “chá”.
No ano seguinte, 1761, a guerra não demourou a reacender-se, afinal a guerra passava do estado de guerra entre cortes para uma boa guerra feudal, ao menos as velhas regras destas todos sabiam, posto assim a guerra sem querer passou a ter regras portanto.
Temos assim no andar das coisas aos ataques lobisomens a Poço Verde, as emboscadas contra Babu em 1761. A reivindicações de Urubu por Pedro Céu em 1762. A guerra naval de Pedro Céu em 1764. A trégua mal sucedida de Várzea Grande em 1766. O incêndio de Salgado em 1767 e uma explosão na igreja da mesma. Itaporanga vampirica caia para Pedro Céu, e o incêndio do estaleiro particular em Canidé ambos em 1768.
Um atentado vampirico feito erroneamente contra Babu , resultou na morte inesperado do mortal Contratador-Mor em questão da época em 1768. Nesse ano devido ao aumento dos conflitos na costa sul sergipana, Pedro Céu entra ao lado de Babu em guerra contra o Marquês de Estância, a situação política se agravou para este ultimo quando o Barão de Itabaiana se viu forçado a deixar a guerra contra Babu, pois tinha que fortificar suas defesas para lidar contra a ofensiva dos lobisomens, aos quais muitos críticos dizem que ele virou a casaca mesmo. Por força do Regente reconduzido os Ventrue se mostraram neutros exceto pela atuação pessoal de Pedro Céu, que a esse tempo se tornava o algos da costa sul Sergipana, já que sua pratica estava em queimar engenho, massacrar escravos e destruir possíveis refúgios de Estância nos territórios do marquês. A guerra por fim acabaria com a entrada na guerra do Barão de Itabaiana contra o Marques de Estância, porem não sendo motivo único, pois as forças destroçadas não tinham como manter uma ocupação, nem ofensiva, tendo em vista as duas grandes derrotas vampiricas contra a Itanhy do Marques de Estância. Assim as força de invasão conseguiu sim ocupar a Estância vampirica, porem os atentados a Macambira e a força de resistência de Itanhy se mostraram por demais nesse grande impasse. Que afinal das contas coube resolução ao Regente desperto.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

Guilio Olivares em 29/10/1770.
“Tenho visto coisas estranhas por destes tempos, os novos membros de nossa sociedade se mostram cada vez mais ávidos por coisas consideradas superficiais em doutros tempos, um desrespeito por antigos valores de algum tempo atrás que se faziam mortais, que eram de conhecimento e que coordenavam certos meios de proceder, temo pelos jovens barões do largo do caminho prateado e alto canidé, seus senhores não os orientaram bem no caminho dos São Cristobinos, não que eles sejam culpados ou o fazem por maliciosidade, se assim não achasse em que céu estaríamos. Devo proceder em meus estudos, para levar luz a essa sociedade em conflito, mas temo chegar em tempo para aplicar remédio a feridos.
Parece que o velho espanhol andou fazendo de suas novamente. Que pretende aquele ser da escuridão? Bom, a velha sede de ouro apenas mudou de nome...”

Observancia a Historia real de Sergipe e da Bahia:
Por que a Bahia queria impor "seus direitos" sobre a Capitania/Provincia de Sergipe Del Rey (Literalmente do Rei)?:
Estimativas da Produção de Açúcar, 1591-1786:
Sergipe: Ano 1702, Nº de Engenhos 249, Produção Total (Arrobas- uma arroba equivale a 14,687kg) 507 697.
Bahia: Ano 1710, Nº de Engenhos 146, Produção Total (Arrobas) 507 500
Pernambuco: Ano 1710, Nº de Engenhos 246, Produção Total (Arrobas) 403 500.

Fonte dos Dados: SCHWARTZ, Stuart B. Segredos Internos. São Paulo: Companhia das Letras, 1988.
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odrysius
Posted: Apr 12 2006, 06:58 PM


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Cronologia do Terceiro Periodo Historico de Sergipe del Rey Vampirica:

• 1773ad Viagem de Sammael para Holanda. Viagem de Guilio Olivares a França. Rompimento de Sammael com seu velho mentor coincide com o fim do “Império Holandês” global.
• 1774ad Volta de Gulio Olivares. Nascimento do Babu-Cotiguibismo a insatisfação contra guerra perpetrada pela política São Cristobinos, até então.
• 1803ad Reforma do Estado Vampirico Existente por Guilio Olivares. A reforma que extinguiu a figura do Inquisidor Vampirico e do Bispo Senescal de Domínios, faz com que a “Igreja” entre em atrito severo com o Estado de então (a regência).
• 1805ad Os Denominados senhores protestantes (Babu-Cotinguiba) começam a pilhar a “Igreja”(Cabaús) o que gera um conflito entre Toreadores e os Ventrues.
• 1806ad Primeiro anuncio publico do chamado “Congresso Cotinguiba”, este ficou sendo conhecido como “Sexto Congresso Cotinguiba”.
• 1808ad Volta do barão de Itabaiana junto com os fugidos da família Imperial Portuguesa. Este se choca ao saber do “Oitavo Congresso Cotinguiba”. Os Babus-Cotinguibas se retiram da festa de Boas-Vindas ao Barão de Itabaiana, brandando vivas a Napoleão e a Revolução.
• 1810ad O “Congresso Cotinguiba” passa a ser chamado de “Congresso Revolucionário Cotinguiba”. Famoso discurso do Barão de Itabaiana nesse congresso (10ªCRC), o discurso “Cuspir no prato em que comem!”, ao qual ele se retira sobre severas vaias.
• 1817ad Os Cotinguibas se mobilizam para apoiar a Revolução Pernambucana, com recursos e “voluntários revolucionários”. Os São Cristobinos fazem o diametralmente oposto. O Barão de Itabaiana no 17º Congresso Revolucionário Cotinguiba, profere seu discurso “A desgraça se abaterá nesses, que visam desmembrar o Brazil, trará a fúria das armas!”, como de práxis foi vaiado e recebeu a alcunha “Corvo Negro da Desesperança”. Guilio Olivares profere os discursos, “A Glória vindoura a Sergipe Del Rey” e “A Suspeição dos Holandeses a creditar deméritos a revolução!” ao qual é apoiado pelos cotinguibas congressistas. Por 75 dias os Cotinguibas comemoraram.
• 1819ad O Massacre de 1819, em que Revolucionários Cotinguibas fustigaram os Cabaús.
• 1820ad Guerra da Regência de Sergipe del Rey contra o Principado Bahiano, inicia-se quando os mortais bahianos enviam tropas a del Rey, os vampiros bahianos acompanharam a invasão.
• 1821ad Captura da “Princesa” (Camila La Font) enviada pela principado de Salvador, para consolidação de “seus domínios”.
• 1823ad Vitória na Guerra aos Vampiros Bahianos. Proclamação do novo Estado Vampirico de Sergipe del Rey, A Res Gestae da Orbis Ciriji.

Nono Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:
“O Despertar de uma nova era.”

“Se, nas feridas grandes e graves, não aparece tumefação, é um grande mal.” (Hipócrates).

O novo período que se seguiu após a guerra, foi um período de reconstrução para a sociedade dos membros de Sergipe de Del Rey. Mais adiante novas coisas puderam se erguer frente a essa sociedade eivada de grandes ferimentos e dores.
A sociedade dos membros se vira na proposta de uma rede, nem que fosse mínima, de novos relacionamentos e práticas, uma pequena corte se reestruturava na São Cristóvão por ímpeto de Olivares, um novo gabinete de senescalia seria criado, definiria-se funções de guardiões de fronteiras e dos dragões para a corte a ser criada, uma estratégia de transportes especiais foram discutidas, a inviolabilidade das estradas foi posta, as velhas leis encabeçadas pelas velhas tradições, mascara, progênies, vedação a diablerie foram postas nos seus lugares de direito, o estudo dos ataques dos lobisomens também foi reaberto, uma nova era de fato tirava os membros da barbárie em que se encontrava. Assim se estabeleceu o primeiro comitê, o Barão de Itabaiana como senescal, o Marquês de Estância como líder dos Caçadores, novas defesas para del Rey foram implementadas. Formalizou-se a guerra contra o Dux Baiano e os dois dominus dos Altos Sertões, com as devidas cartas expedientes para tais. Como decisão a ser tomada declarou-se a caçada de sangue aos senhores conhecidos como Dom Guedes e ao Dom D’Avila dos Seguidores de Set e uma recompensa em ouro para quem trouxessem provas confiáveis de seus devidos extermínio.
Sammael em suas dores e controvérsias particulares rompe com seu mentor de Holanda, não tardando assim a refletir o que acontecia com o mundo mortal em que Holanda decaia como império, nos idos de 1773. Para arejar-se dos problemas resolveu ir para a Europa, ao qual estendeu o convite ao velho Regente. Olivares em descontentamento com o rumo das coisas, como ter de tratar de construir o mínimo de decência a essa e impetuosa geração belicosa, considerou o convite de Barão de Itabaiana, ao qual por fim acabo por indo.
Na volta de Olivares, novos ideais lhe surgiram, tanto por movimentação dos mortais nos campos de novas e idéias quanto a dos membros, ao qual Olivares se viu impressionado pelas idéias de um novo movimento que fomentava nos meios Europeus, de sua parte tratou de repassar as idéias.
Não tardou a chegar a chamada era das revoluções dos mortais. Muito das discussões que surgiriam teria seu reflexo na sociedade dos membros. As idéias chamadas liberais caíram no gosto de muitos membros de até então, ao Olivares impressionaram muito as novas idéias de legitimação, dessa forma ele via uma alternativa viável as monumentais e indiscutíveis tradições do São Cristobinos até então inconteste por muito tempo por destas terras. Se vê assim o seu rompimento gradual aos velhos valores, uma renovação afinal, acompanharam-no a suas formas assim, o Marquês de Babu, o Marquês de Estância e o Senhor do Paço o Albar. Uma nova conformação política surgia a velha forma das velhas facções. Ousou-se assim falar na primeira vez em outras politicas.
Claro não tardou também o surgimento da oposição a esses rebeldes e posteriormente revolucionários, “que cuspiam no prato em que comiam”, pois assim parecia a todos até então.
“Papafigos, caiporas, dona florzinha, fogo corredor, sacis, dragões, taca-cocos, homens carangueijos, tora-canas, jumentos de fogo, todos eles serão bem vindos se pensam num futuro, numa nova ordem para as coisas, se não quiserem se esmaecerão assim que nascer do sol, como todos nós” dizia o Olivares em seus primeiros passos de novas idéias, foi o primeiro ato público do movimento que se formava.
Acompanhava-se assim os acontecimentos de Europa e da turbulenta colônia inglesa, de forma ilegal frente aos mortais evidentemente, mas que a muito gosto foi incentivada pelo Barão de Itabaiana, o convicto São Cristobino. Coisa que não deixaria de ser notada no decorrer das coisas.
Em 1803, forçava-se por força da corte da Orbis até então a “separação do Estado da igreja”, com isso se separava as antiqüíssimas formação em que os São Cristobinos nomeassem os Bispos Cabaús de cada cidade por poder de seus governante. Acabou-se assim com as figuras de inquisidor e de bispos das cortes em Del Rey, coisa é claro que provocou reação.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

Carta do Regente das terras do Cotinguiba e Terras de Sergipe Del-Rey à suas Excelências e Dominus das Cortes de Rio de Janeiro (Carta que contesta os direitos que porventura existiriam da corte de Salvador as terras de Sergipe Del Rey de até então).

“Frente as dificuldade e insensatez desses tempos, a rebelião das Gerais e Rebeldia de Alfaiates, envio ao Dominus Loci das Ditas Cortes do Rio de Janeiro este mui caro pedido.
Que em Vistas ao continuo esbulho e as desnecessárias lex e ordens advindas de um Tyranno que julga seu o dominus das Civis do Sergipe Del-Rey, peço as Altezas das Corte que interceda frente ao Vice-Rey, tendo em vista que em Anno Domini de 1548 foi resgatada pelo Rex do donatário da Capitânia Baiana a referida terras, de logo contestamos qualquer Autoridade que este venha Alegar, tendo também e Anno Domini de 1646 a expulsão dos Holandeses dessas Terras, ao referi-mir somente as de Del-Rey. Que a consolidação Portuguesa se fez com sua Restauração em Anno Domini 1637, cousa que não se fez percebe pelos Idos de Todos Os Sanctus ...
Não Bastasse os problemas provocados pelas incursões e os embates com os membros Baianos, em Rio Real e no Sertão Sergipano, a essas recentes perturbações incomodaram os nossos “pacificados negros da terra metamorfos” na região crucial de transportes e comunicações da área do Rio São Francisco. Bastasse não apenas essa ingerência de seus súditos, o auto-referido “Princeps”, não governa aos seus domínios, como podemos demonstrar pelo fato conhecido da necessidade de Tropas Pernambucanas para pacificar Alfaiates, Sapateiros e até escravos. Por demais as “Boas-Intenções”, devia os Membros Pernambucanos reivindicar assim o Dominis Loci como o pretende o Títere tirano Baiano em nostras terras.
Danosos essa operações tem sido aos bons Costumes dessas terras e aos engenhos.
Peço-lhes apenas vosso apoio, para o que nos foi injustamente usurpada. Pela Pax e Confianças dos Súditos dessa Capitania Provincial, e que o Bom senso que se espera de Vossas Excelências de Corte Maior.
Neste Anno de Nosso Senhor de Hum Mil Setecentos e Noventa e Nove.”

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

Os Congressos Cotinguibas. Por Albar

“Foram reuniões em que se discutiam os assuntos da sociedade dos membros, em que quem quisesse expor suas opiniões o fariam, sem o medo de represálias ou de questões de hierarquia social ou condenação divina, exceto é claro estar expostos as vais ou aplausos do publico até então, evidentemente após uma exposição, nada impedia que alguém tratasse da posição divergente. O caráter mais importante fora a disposição dos males que afligia a sociedade dos membros, à bem da moda da época o chamava-os de barômetro da urbes. Muita das coisas que viria a tomar corpo de nosso futuro estado vampirico e as praticas do Movimento, partira desses modestos, aos padrões de hoje, congressos. Claro que decisões danos partiram de lá também.”
Decimo Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

“O Despertar de uma nova era.” (Continuação)

Os Cabaús se viram prejudicados, principalmente depois de 1805 em que os refúgios principais dessa facção Politica foram destruídos. Os bens que lhe restavam lhe foram retirados, expropriados ao bem do termo. Na corte e nos feudos simpatizantes o processo se repetiu, forçando os Cabaús a buscarem abrigos nas reais igrejas.
Em 1806, acontecia para a sociedade dos membros a primeira exposição publica do que viria a ser conhecido como Congresso Cotinguiba, esse fora nomeado sexto congresso cotinguiba para mal estar de alguns.
Em 1808 o Barão de Itabaiana volta, além do fato de estar atemorizado com a loucura revolucionaria, viu do desespero da família real portuguesa de sua chegada ao Brazil. O que lhe mais fez ter desprazer foi ter que encontrar a revolução em andamento por das terras de Ciriji, com o que constatou com o chamado oitavo congresso Cotinguiba.
Porem no ano seguinte por meio de seus lacaios preparou a festa de suas boas-vindas as Terras Ciriji, esperando o velho conforto tradicional em relação aos acontecimentos de então, porem foi a muito contragosto que seus convidados, no caso os cotinguibas, lhes desrespeitaram à velha moda quando Sammael lhes contou da ameaça de Napoleão e atrocidades, todos os Cotinguibas se retiraram sem mais palavras a essa ofensa ao revolucionário. O novo panorama político se formava em Ciriji. Mas diferente de tempos até pouco isso não significou uma guerra aberta, ou ainda não.
Os assim Cotinguibas, fizeram uma pequena mudança no contexto do congresso anual, em 1810, passaram a chama-lo de Décimo Congresso Revolucionário Cotinguiba, neste o barão de Itabaiana foi e demonstrou sua posição em que comparava essa “moda” com a inquisição e seu famoso discurso do “cuspe no prato”. As vaias vieram e como não deixou de ser sua posição resultou em algo entre os revolucionários até então.
Assim o São Cristobino começou um ato que chamou a atenção de alguns, o investimentos massivos em um candidato local e o reforço da indústria de algodão de Itabaiana, reforçando claramente as estruturas políticas de seus gostos.
Os Cotinguibas por sua vez, começaram a apoiar os chamados Liberais, ajudaram descaradamente, com recursos e o convencimentos de alguns voluntários para o que viria a ser chamada nos Recifes de Revolução Pernambucana de 1817. Ao qual o Barão de Itabaiana em discurso no 17º Congresso Revolucionário Cotinguiba veio a ser contra, em que “A desgraça se abaterá nisso,que isso visa desmembrar o Brazil e trará a fúria das armas”, pelo qual obteve a alcunha de Corvo Negro da Desesperança, muitos o vaiaram e Olivares em discurso posterior reforçou a posição a ser tomada e a esperança de Reaver a Gloria de Sergipe Del Rey, observou ainda que o “dito holandês é suspeito historicamente de contestar atos dessa natureza”. Coisas que ficaram postas nesse congresso em particular foram postas em pratica.
Por 75 dias os Cotinguibas ficaram felizes e se sentiram vitoriosos. Porem os presságios negros tivera sua vitória. No Contexto da Urbes et Orbis Ciriji, o efeito foi de cautela, e nas relações internas foram muito produtivas, surgia a questão “se temos que fazer algo melhor o que temos que fazer?” a pergunta do Olivares frente ao Albar. Mas isso é claro não significou a desistência de tentativas de modificar os acontecimentos.
Reação severa tiveram os Cotinguibas quando os Cabaús forçavam a volta da figura dos guias religiosos dos principados ou feudos, na figura dos bispos e sacerdotes. Como resultado dessa contra reforma pretendida pelos Cabaús, os Cotinguibas iniciaram o Massacre de 1819.
Ficou-se o gosto de tiro pela culatra nos Cotinguibas, que se perguntavam se era isso que buscavam, debates foram longos para se buscar novos entendimentos, porem nada no mundo traria de volta os membros destruídos ou fustigados, ou pelo menos isto todos esperam que não aconteça.
Boas noticias viriam do mundo mortal porem a separação política da Capitania de Sergipe da política da Capitania Baiana fora iniciada por ordens reais em 1820.
A guerra com a Bahia foi eminente, pois os mortais Baianos “desobedecendo à determinação do Rei D.João VI, tropas baianas invadiram São Cristóvão e prenderam o Governador Carlos Burlamarqui, lenvando-o para a Bahia” (Historia de Sergipe. Por Antônio Wanderley de Melo Corrêa e Marcos V.M. dos Anjos). E seguindo o movimento mortal os vampiros Baianos iniciaram suas ofensivas, muitos dos quais detidos pelas defesas previas já prontas e dispostas. Os combates dos membros prosseguiram nesse período e no período da independência.
Os debates continuaram nos congressos e fora dele, como na “corte”, com a independência do Brasil e do Estado de Sergipe por força Imperial, os membros abrem discursões e debates, no que viria a ser uma constituinte para a formação de um Estado moderno dos membros, o que resultou em 1823 na Res Gestae da Orbis Ciriji.
Seu corpo de leis foi sendo elaborado com o tempo e aperfeiçoado. Assim o Regente até então passou a ser chefe de Estado, os Primeiros-Ministros como chefes de Governo definiriam os embates políticos que viriam a surgir no decorrer de então.
Assim se consolidava a atual conformação política da Orbis Ciriji, e o Estado de Sergipe por sua vez dos mortais estava livre politicamente dos baianos.
Porém uma coisa permanecia que os mortais não partilharam, a guerra no alto sertão e as guerra contra os lobos prosseguiram.
No âmbito interno a Orbis enfrentaria seus primeiros embates parlamentares, em que as conformações políticas salientavam uma nova cultura política de seus membros, quisessem eles ou não.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

Males da revolução! Será?
Por Albar em 1920ad.

“A oposição dos Cabaús em Maruim teve um só resultado:
O Massacre de 1819. O terror Revolucionário Sergipano! (Vampirico ao menos).
Como as forças dos São Cristobinos eram insuficientes, ou quiseram que os massacres dos Cabaús prosseguissem, deu-se inicio a perseguição ao Cabaús e de suas forças em território vampirico de Maruim, estendendo-se a perseguição pelos territórios aliados dos Cotinguibas e dos naturais territórios ultra-xenofobos como os de Babu e Estância (Peixeiras).
Estes membros Cabaús tiveram a recompensa por sua oposição da separação da igreja do Estado, em alguns casos a interferência da moral e de entes conversores ou abjuradores fora o suficiente para dar inicio ao terror. Pode-se dizer que Itabaiana fora um dos territórios menos atingidos por tal revolução. De nossa parte dizemos que foi uma revolução às avessas, mas como sempre uma posição de versão. Eles, os perseguidos, tiveram a liberdade religiosa enfiada goela a baixo, muitos do circulo adoraram ajudar os revolucionários em sua liberalidade frente à opressão significante da igreja como um todo.
Verter os religiosos para os seus paraísos e deuses fez muita gente se divertir e expandir novos e perversos horizontes. Fica assim este pequeno intróito.”

Observancia a Historia real de Sergipe e da Bahia:

Historia de Sergipe. Por Antônio Wanderley de Melo Corrêa e Marcos V.M. dos Anjos
“Muitos sergipanos queriam o fim da dependência política da Capitania baiana, alguns deles, moradores das vilas, senhores de terras, comerciantes e funcionários públicos.
Em 08 de julho de 1820, o rei D. João VI assinou um decreto que declarava o fim da dependência política sergipana ao Governo da Bahia, e nomeou o brigadeiro Carlos César Bulamarqui como o primeiro governador de Sergipe Del Rey.”

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

“Carta de Res Gestae Orbis Ciriji

Ad Perpetuam Rei Memoriam Ex Referendum Ciriji , Nós os representantes de Clãs decidimos para um bem maior de nossa comunidade, estabelecer esta constituição tanto para os períodos de Pax, tanto para os períodos de Bellus de nosso domínio. Reconhecendo assim o Potestas de Princeps de nossa causa ao Arquiduque da Orbis Ciriji, este assim reconhece o Res Gestae Parlamentum e a validade da Carta em todo o Domínio de Ciriji. Dos Princípios que esta Carta estabelece tem em seu ápice o da igualdade de seus pares — Par in Parem Non Habet Imperium —, como também o principio em que o trabalho e a honradez para com a Res Gestae será recompensado — Actio in Personam Ferre Labores, Est Etian Honores —. Desta forma caberá ao Arquiduque, estipular as Honrarias, condecorações e títulos a quem as merecer, referendadas pelo Parlamentum. Caberá ao Arquiduque comandar as força de defesa e a estipulação de Fidalgos, sendo de sua inteira Responsabilidade. Caberá ao Parlamentum a responsabilidade da escolha de Um Chefe de Gabinete. Caberá ao Primeiro Ministro Chefe de Gabinete do Parlamentum, o governo das ditas Terras do Sul do Cotinguiba, em que estará também a Sé do Arquiducado. Caberá ao Primeiro Ministro Chefe de Gabinete do Parlamentum a administração da Chancelaria, da Comarca e da Guarda, como a escolha do Chanceler, do Magistrado e do Chefe da Guarda, sendo que estes devem ser referendados pelo Parlamentum. A escolha do Azorrague é de inteira responsabilidade do Primeiro Ministro frente ao Parlamentum. Assim estabelece essa Carta em Dezoito de Maio Nesse Anno de Nosso Senhor de Hum Mil Oitocentos e Vinte e Três, assim assinado por Vossas Excelências o Arquiduque de Sergipe Del Rey e os Representantes de Clãs.”
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odrysius
Posted: Apr 12 2006, 06:59 PM


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Cronologia do Quarto Periodo Historico de Sergipe del Rey Vampirica:

• 1824ad Primeira Guerra da Res Gestae contra os lupinos.
• 1825-1845ad Primeiro Gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministro Nélson Meyer Mello, Clã Toreador, Cabaús.
• 1836ad Revolução de Santo Amaro.
• 1846-1860ad Segundo Gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministro Severino Silva, Clã Nosferatu, Cotinguiba.
• 1850ad Conflitos Políticos e para a Mudança da capital. Fim do trafico de escravos (legal).
• 1855ad Mudança da Capital para Aracaju.
• 1860ad Tentativa de atentado a vida do Imperador Dom Pedro II, por revolucionários Cotinguibas.
• 1861-1879ad Terceiro Gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministro Pedro Caelum, Clã Ventrue, São Cristobam.
• 1867-1888ad “Guerra da Abolição”.
• 1867ad Inicio da Guerra Vampírica “Pela Abolição”.
• 1870ad Mudança da Capital Vampírica para a pacata Aracaju.
• 1880-1900ad Quarto Gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministro Clemente Legaz, Clã Salubri, Pai Thomaz. Guerra contra os lupinos, derrotas severas em Ilha das Flores, Monte Alegre e Brejo Grande. Surgimento da Facção Politica Pebas em Sergipe del Rey. Guerra Vampírica de Canudos. Batalha de Geremoabo.
• 1882ad Cabana do Pai Thomaz.
• 1887ad Movimento Republicano.
• 1897ad Guerra de Canudos.
• 1894-1906ad Pebas versus Cabaús.
• 1901-1921ad Quinto gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministro Ariosvaldo Marcel, Clã Gangrel, Pebas. Vitória contra os lupinos em varias frentes.
• 1904-1906ad Revolta de Fausto Cardoso
• 1921ad Movimento da Greve geral.
• 1922-1942ad Sexto Gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministro Albar de Sayão, Clã ventrue, Cotinguiba. Organização dos domínios e territórios pelo Arquiduque.
• 1924-1926ad Revolta Tenentista. Coluna Preste. Governo fornece armas aos voluntários para defesa contra a coluna preste, grande linha de defesa nos sertões é preparada para defender as capitais. Coisa que favorece o cangaço a posteriori.
• 1927ad Grande Greve de 1927.
• 1928-1938ad Lampião. Guerra do Cangaço.
• 1930-1932ad Revolução de Trinta.
• 1932ad Greve de 1932.
• 1935ad Greve de 1935.
• 1942ad “U-507”. Brasil e a 2º Guerra mundial. Torpedeamentos a costa Sergipana.
• 1943-1963ad Sétimo Gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministro José Papoco, Clã Nosferatu, São Cristobam. Código Papoco. “Reforma da Remilitarização.”
• 1964-1984ad Oitavo Gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministro Sammael di Zaggah, Clã Toreador, São Cristobam.
• 1985-2005ad Nono Gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministro Alfonso Manoel, Clã Seguidores de Set, Babu-Cotinguiba
• 2006ad Nova lei Parlamentar para a votação da escolha do 1º Ministro, com voto secreto e escolha pelos parlamentares “eleitos”, sendo que os parlamentares “anciões” não votaram.
• 2006-x ad Décimo Gabinete Parlamentar da Res Gestae. 1º Ministra Danvvy “Banho de Sangue”, Clã Gangrel, São Cristobam.

Decimo Primeiro Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

“O Parlamento, os Gabinetes e o Arquiduque.”

O Governo de Nelson Meyer Mello.

“Nasceram os homens uns para os outros. Instrua-os, pois, ou tolera-os.” (Marco Aurélio).

O governo do Primeiro Ministro Nelsón Meyer Mello, foi uma resultado da política caótica da constituinte até então, marcando uma derrota para os Cotinguibas nas eleições do Parlamento, todavia não significou uma vitória do San Cristoban ou mesmo dos Cabaús, já que mais do que nunca esse fora o primeiro e mais observado governo dos membros, tanto pelas forças locais, quanto pela “potencias estrangeiras”.
Como Cabaú convicto e um dos fustigados de 1819, Nelsón Meyer teve que lidar com o turbulento momento e ter que fazer terríveis jogos de cintura, porem com poucos disparates por causa da força da convicção religiosa, conseguiu manter ou mesmo reordenar as finanças e serviços da novae corte e seus deveres de Carta.
Sendo também de situação nova, esquematizou frente ao parlamento as considerações frente a sucessão, ficando o que seria corrente, estabelecido o sistema de votação dúbia do parlamento, em que não votando em si mesmos, cada líder de clã e cada parlamentar de clã escolheriam o candidato a primeiro ministro, e em caso de empates, isto é se em cada votação apresentar-se um candidato vencedor diferente, caberia o velho critério de voto de minerva. Claro que os critérios mais específicos desse tipo de votação ficaram sem duvida a critério da moda de cada período histórico.
Nelson Meyer Mello passava o cargo para o sucessor, acabando em tempo correcto seu mandato, em 1845.
Nota-se que o Arquiduque organizou os primeiros modelos de defesa e hierarquização dos fidalgos, nesse governo.

Decimo Segundo Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

O Governo de Severino Silva.

“Vosso mais alto saber não passa de pura quimera, Vãos e pouco sábios médicos; Vós não podeis curar, com vosso grande falar em latim A dor que me desespera: Vosso mais alto saber não passa de pura quimera.” (Queixa da Pastora, em O Doente Imaginário de Molière).

O Governo de Severino Silva “Peixeira”, o Marquês de Estância, foi marcado pelo conflito da modernidade, tendo o caráter mais político, em função do que os humanos discutiam sobre a mudança da capital de São Cristóvão para outra cidade, de preferência moderna e com um porto, coisa a que muito interessou aos senhores do Cotinguiba, fossem eles humanos ou vampiricos, os primeiros pensavam em fatores econômicos e a mudança do eixo político, o segundo de livrar a corte vampirica do acesso da dita facção de San Cristoban. As disputas se viam terríveis, já os vampiros faziam suas vultosas doações anônimas a seus preferidos. Afetando o resultado ou não, foi que a capital, foi transferida para uma fazenda bem da verdade, incorporando o titulo do povoado que lá existia em sua vizinhança (a critério da verdade a fazenda era maior que o dito Santo Antonio do Aracaju). Assim nascia a dita planejada Capital da então província do Sergipe, a Aracaju nos idos de 1855. Ao qual os vampiros só estavam esperando então que essa tomasse ares de cidades para que a corte mudasse de local. A despeito dos membros não terem se transferido ainda, a reação mortal em relação aos desmandos políticos que resultaram na mudança da capital fora a revolta popular de João Bebe-Água e sua milícia de populares contra os políticos e seu alvo, o humano Barão de Maruim, a quem lhe atribuíram todo o mal advindo. A conhecida musiqueta dos revoltosos: “O Barão ta no inferno, O Batista na profunda, O Caatinga vais atrás, Com o cofre na cacunda”, fora repetida pela a oposição a Severino “Peixeiras” sobre a mudança também da corte vampirica.
Outra coisa ensandecida que veio a ser planejada a época de 1860 fora o assassinato de Dom Pedro II, os membros desse ato era essencialmente cotinguibas, porem seus planos foram perturbados pela grande turba que se formou em torno do “PopStar” o Imperador, sem duvida nenhuma poderia ser feito algo, porém os presságios eram maus e a sina era terrível, embora quem consulta-se dos “Augúrios do Pai Thomaz” firmassem trincheiras em dizer que não acreditava-se em “crendices”, desta forma estava a salvo o Imperador, “Desta vez”.

Decimo Terceiro Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

O Governo de Pedro Céu.

“Para os homens, acontecer o que desejam não é o melhor.” (Heráclito).

O Governo de Pedro Céu, teve que lidar com uma situação extraordinária que foi a falta, ou esvaziamento do rebanho pelo territórios de Del Rey, além de se pensar num “cordão sanitário” a época, para os povos sofredores pela seca e o recrutamento para guerra do Paraguai. Como lidar com essa situação tendo em vista a algumas impossibilidades lógicas. Porem, como de costume ouve um ensaio de envio de membros ao Paraguai, quem sabe, pensava seus articuladores, riquezas e territórios novos não poderiam advir, é claro que o livrar-se de membros nesse plano mirabolante estava implícito. Por demais não se sabe se esses voluntários da pátria vampiricos, tiveram algum tipo de sucesso ou se foram consumidos pela Volante em seu caminho.
Contudo um fato veio a aborrecer esse governo, a dita guerra da Abolição, entre os mortais fora um movimento iniciado em Sergipe em 1867, para os vampiros fora um inicio de guerra que levava a sabotagem das reservas alimentares dos outros membros. A libertação dos cativos, não tinham os fins cristãos ou humanitários, mas fins puros e claros de sustar reservas e em alguns casos todo o alimento que um vampiro podia dispor numa década. As vantagens foram claras para alguns e a ameaça evidentes para outros, com a volta dos soldados ao fim da guerra, a experiência pratica desses não deixou de ser requisitada para “proteção”. Dava-se assim uma corrida militar, tímida porém, entre os vampiros, porém se mostrou gradual no decorrer do tempo.
Outro fato marca o fim deste governo, fora a mudança tímida da capital vampirica até de então em 1870. O dito aparato dessa corte fora transferido sem alardes, sendo mais uma feitura de novos aparatos que uma mudança.

Observancia a Historia real de Sergipe:

Historia de Sergipe. Por Antônio Wanderley de Melo Corrêa e Marcos V.M. dos Anjos
“De 1867 até 1888, o ultimo ano da escravidão, aconteceram inúmeras fugas dos engenhos, alem de varias revoltas de negros nas vilas e cidades sergipanas. Ao fugirem, os cativos matavam seus feitores, incendiavam canaviais e roubavam gado.”

Decimo Quarto Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

O Governo de Clemente Legaz.

“Era o Líder, Herói e Chefe
Dos Quilombolas e Cativos
O terror dos senhores
Seu nome seus feitos
Logo se espalhou
Até os Henriques foram
Chamados para batalha lhe dar
O sono do poder
Da repressão, já estava sendo
Interrompido pelo nome de Mulungu.”
(Saga de João Mulungu. Por Severo D’Acelino).

O Governo de Clemente Legaz, foi para muitos membros, exceto os interessados, um governo péssimo e terrível, tanto o período dos mortais estava sendo constrangedor quanto para os membros senhores dos mais diversos engenho, nomes de mortais escravos fugidos eram temidos como: João Mulungu, Laureano, Dionísio, Frutuoso, Saturnino e José Maruim. Temidos tantos pelos Senhores mortais quanto pelos Senhores Vampiricos.
Reivindicações para tomada de providencias foram muitas as feitas ao parlamento e ao Gabinete, coisa que parecia feita a ouvidos moucos. A praga se espalhava por toda Sergipe, queima de engenhos, mortes do rebanho e dos “investimentos” foram terríveis. A de se notar os ataques de lobisomem que não perderam a oportunidade de fazer novos avanços, regiões como Ilha das Flores, Monte Alegre e Brejo Grande, foram perdido permanentemente nesse período, e seus senhores vampiricos vagam livre em forma de partícula sem ser oposição.
Ao final do período desse governo muito dos Cotinguibas tomaram a causa abolicionista para si, não se tem noticia do San Cristoban participar nesse movimento, os Cabaús sim foram contra essa causa quase como obstinados.
Um outro ponto critico desse período fora a formalização publica para os membros de uma “nova” facção-politica, os Pebas e seus segredos para atiçar as mais antigas curiosidades. E sua assustadora compreensão da fidalguia militar.
Porem algo muito perturbador varou o interesse dos Membros Sergipanos, as insanidades de Canudos. Querendo ou não os membros foram atraídos a esse vórtice de conflitos. Tanto por interesse antigos, como a possibilidade da retomada dos territórios vampiricos do alto sertão, como por essa nova cidade em formação ser muito maior que muitas cidades até então.
A única coisa que se pode dizer com certeza em relação aos membros é que lutaram de ambos os lados conforme os interesses e a geopolítica da guerra, pois sem duvida fora um dos piores conflitos com os membros Baianos, tanto como as lendárias batalhas em Jeremoabo e na área da Guerra de Canudos, o objetivo era um só para os dois lados, a conquista de Canudos, porem ambos os lados tiveram uma preocupação, as forças humanas da republica que marchava contra Canudos e que interesses podiam levar a trazer membros de outra região. O desfecho porem fora dado pelos humanos, quando exterminaram por completo aquela população. Não ouve assim, mudanças significativas para nenhum lado na guerra vampirica. O que pareceu um alivio constrangedor para outros estados da região e proximidades, humanos e vampiricos. Dessa forma acabou-se esse governo, embora fortalecido não pode gerar uma força política para permanência.

Decimo Quinto Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

O Governo de Ariosvaldo Marcel.

“Se vier damnosa intriga,
Nossos lares habitar,
Desfeitos aos nossos gostos
Tudo em flor há de muchar.”
(Hymno Sergipano. Por Manoel Joaquim de O. Campos).

O Governo de Ariosvaldo Marcel, o mais nobre militar dos Membros Sergipanos da Guerra de Canudos, conseguiu forma coalizão para seu governo, tanto pela força de seus atos exemplares, como pela curiosidade dos membros para com os ritos dos Pebas.
Muitas práticas de guerra foram atualizadas por desse herói bélico vampirico, os cavaleiros da Ordem do Mandacaru fora de sua idéia, com suas típicas roupas de couro e couro enegrecido, esses foram literalmente os Cavaleiros Negros de seu tempo áureo, cavaleiro negro em referencia ao Príncipe Negro de Inglaterra a de se observar.
Muita honra trouxe esse governo, pois batalhas decisivas contra os lobisomens datam dessa época, a quem diga que o couro resistente e enegrecido fora arrancado e curtido dessas bestas-feras abatidas pelo próprio Ariosvaldo, saber da verdade porém é um enigma pois Ariosvaldo não é chegado a essa conversa fiada e nem os Pebas são de revelar essas informações estratégicas, por assim dizer.
As coisas se complicaram nos idos da coluna Preste e sua marcha inexorável de comunistas, até os Cotinguibas da época não estavam prontos para esse tipo de intervenção dos humanos, acompanhando as defesas preparadas pelos mortais, engendrou-se as defesas do Estado da Orbis Ciriji, que desculpas outros membros teriam para invadir por destas terras. Muito se calculou nesse período de Guerra Fria dos Sertões.
Militarmente Ariosvaldo estava bem cotado e quisto, porem politicamente isso lhe resultou em perdas desfavoráveis para manutenção de seu apoio em cargo de Primeiro Ministro de Orbis Parlamentum, todos o cotavam para a manutenção das fronteiras, não mais do Governo.

Decimo Sexto Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

O Governo de Albar de Sayão.

“A imaginação consola os homens do que não podem ser, e o humor do que são.” (Winston Churchill).

O Governo de Albar de Sayão, fora o sucessor natural de Ariosvaldo, mesmo sem considerar a uma Coalizão Cotinguiba para o governo. Esse governo teve que lidar com os problemas mortais que afetaria a vida dos membros, como Ariosvaldo fora transferido as fronteiras, as preocupações dos membros se voltaram as causas internas de problemas, não que se abandonou o Ariosvaldo a fronteira sozinho.
Um dos primeiros problemas graves fora o de Lampião, tanto por assustar ao rebanho como de suas façanhas conhecidas pelos membros, afinal ele e seu bando tiveram embates contra a Ordem do Mandacaru e venceram-lhes na maior parte das vezes, os melhores resultados dos membros foram o que consideraríamos impasse. Os símbolos que Lampião ostentava teriam significados mais desafiadores para os membros. Há de se saber que os lobisomens tiveram também das suas derrotas. Porem os mortais prepararam-lhe um fim em 1938, porem não deixou de se ter um luto frente a um inimigo tão honrado.
Outra causa que moveu os membros fora a revolução de Trinta, pelo menos para os Membros Cotinguibas mais ávidos. Pelo Arquiduque as boas Relações com as Cortes do Rio de Janeiro, já lhe seriam suficiente para a entrada de Orbis Ciriji nessa guerra que seria também a dos membros. Porem as cortes do Sul granjearam simpatia em suas cartas tão honrosas, fora o que repetia o Arquiduque por desta época. Porem a vitória dos humanos dessa causa contra os paulistas, não significou uma vitória para os membros Sergipanos, tanto devido aos comunicados confusos, tanto pela a perda de membros, mas o que importou politicamente para os membros locais fora a vitória.
O Governo dessa época marcou também a caçada de Sangue aos membros Alemães assim que o Brasil entrava na guerra, a comoção do ataque em águas sergipanas, acendeu em muitos a lembrança da Guerra contra Holanda. Contudo a caçada de sangue teve seu termino com a segunda guerra mundial, no governo vampirico seguinte.

Decimo Setimo Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

O Governo de José Papoco.

“O Poder deve ser comparado a um rio; enquanto mantido em seus limites, é belo e útil, mas quando transborda, é devastador.” (Andrew Hamilton).

O Governo de José Papoco, o Papoquinho, fora uma fase de transição da antiga política para o que seria a moderna política, pois a figura de inimigo do Estado aparecia em muitas conversas, coisa que em outros tempos só se falava isso em termos de caçada de sangue, instrumentos de repressão “modernos” começaram a ser adotados, nada mais do velho suplicio para atos comuns, em vista do panorama vampirico fora a modernidade.
Dos atos mais importantes desse governo temos a construção do Código do Papoco. Em que crimes como violação de elisiuns, destruição de “propriedade publica” foram codificados, como também a estipulação do duelo do espinheiro e outras atrocidades. Muita das quais vetadas por serem obras claramente ensandecidas.
Uma das coisas que marcaram também o período fora a demarcação, para a defesa dos membros evidentemente, das comarcas dos lobisomens, territórios em que foram proibidos ataques ou quaisquer meios de perturbação dessas feras sob pena de destruição, embora não se tenha noticia desses atos por parte de membros locais, ao menos quem fez tal loucura não sobreviveu. Isso de certa forma acabou engendrando uma certa trégua com as criaturas, que parecem que sentiram o que se estava acontecendo, pelo menos no âmbito de grandes ataques como feitos de antigamente.
Uma coisa que foi perturbadora para os membros foi a política da modernização dos armamentos, para fins de defesa, dizia papoquinho, todos os membros deviam estar bem armados para fins de combater em uma moderna guerra, as ações frente ao parlamento fora muitas, mas não ensejaram aprovações, as aprovações conseguidas foram para apenas para as forças regulares que serviam em fronteira e em áreas de patrulhas avançadas em alto Sertão ou proximidades de território Lobisomem.
Critica adveio também do corpo “militar”, pois os investimentos também deviam ser feitos em modernos treinamentos, não no apenas modernizar de armas. Porem não se estabeleceram condições eficazes para a concretização de quaisquer dessas propostas.

O Governo de Sammael di Zaggah.

“Se durante a tortura, morrer ou sofrer derramamento de sangue ou mutilação, o fato não deve ser atribuído aos inquisidores, mas a ele, por não falar a verdade.” (Tomás de Torquemada).

O Governo de Sammael di Zaggah, teve o choque inicial da dita “Revolução de 1964”, a principio as forças conservadoras apoiaram todas as ações, inclusive os Cabaús. Porém a paranóia se espalhou, o medo do comunista, infestou os membros a época. Dessa forma Sammael consolidou o apoio de seu governo, inclusive com forças Cotinguibas apoiando suas posições.
Estabeleceu-se o reforço das defesas fronteiriças, a ampliação da rede de comunicações, políticas secretas entre os membros para partilhar informações e contatos. Muitos dos atos que se seguiram foram praticados explicitamente pelos bons cidadões vampiricos do estado Brasileiro, o que dizer?..., muita ajuda foi dada pelos membros da Orbis para ajudar a ditadura Brasileira a encontrar seus inimigos e os odiosos comunistas.
Porém como na prática isso não podia deixar de degenerar fora o que acontecerá. Pode-se dizer que, as praticas permitidas favoreceram os membros da Orbis a caçar qualquer visitante dessa terra sobre pretexto da proteção e da segurança nacional, seja o que fosse que significasse para os membros.
Claro que isso gerou um descontentamento de todos, ou quase todos, com o que veio a ficar estabelecido, mas o bom e velho “K” (O Processo, de Franz Kafka) iria se sentir a vontade na situação local.
Os velhos da Ordem do mandacaru (Pebas), faziam seu papel de policia secreta. As ruas de Aracaju e outras cidades nunca estiveram tão limpas. Exceto é claro pela nova modalidades de crimes que vinham a surgir, para os membros a corrupção no Estado já era uma modalidade boa demais e que não entraria em risco. Pode-se dizer que muitos dos arquivos de clãs, não que eles existam...., começaram a ser formados dessa época, nada como ter garantias que clãs vizinhos não fizessem alguma tolice.

Decimo Nono Conto das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

O Governo de Alfonso Manoel.

“A política é a arte de encontrar os problemas e diagnostica-los, para depois aplicar todos os remédios errados.” (Groucho Marx).

O Governo de Alfonso Manoel foi obra do ocaso? Muitos se perguntariam, porém foi uma insatisfação do como que as coisas ficaram sendo, o status quo, mudou-se enfim do governo, o desmantelamento do aparato do que era foi progressivo, afinal os fatores que permitiram ao “grande irmão” persistir sustaram. Nem os conservadores San Cristobinos e nem os Cotinguibas burgueses consentiam mais nessa incomoda aliança, isto é claro no final do governo anterior, ambos queriam ares novos.
Com o inchamento da cidade, foi possível mais membros virem a ter na corte quase permanentemente, coisa que exigiu o replanejamento do que viriam a ser os territórios. As novas expansões (Novos bairros) da cidade de Aracaju veio sendo recebidas com entusiasmo, é claro muitas vezes os mortais sentiram esses entusiasmos nos crimes inexplicáveis.
Novas modalidades de crimes e conceitos, vieram a dar “armas antigas” aos membros para a solução de algumas coisas, como os conflitos de bandos criminosos nos notórios bairros desprivilegiados. Como as guerras que iriam ficar famosa entre os membros como as guerras dos bairros América, Coqueiral (ainda não reconhecido como bairro), terra dura (Santa Maria), e outras áreas de expansão da cidade, em que os antigos direitos de conquista e de posse acenderam entre os membros, embora seja notório que esses direitos foram revogados, porem a força das bestas interiores é o que se faz na hora.
Uma nova configuração maléfica se estabelece, os membros resolverão diplomaticamente seus problemas ou entraram num conflito urbano e seus perigos. Porem o que se tem posto pode ser magnífico ou trágico a depender de seus coadjuvantes e atores dessa trágica situação.
O Governo de Alfonso Manoel chegou ao fim em 2005, novas eleições estão às portas, que novos desafios se mostrarão a essa geração de eleitores e candidatos? Que fatores a reforma política pretendida irá causar?

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

Lex de Madeira IV.
Elisiums de Urbes Aracaju.

1 – São Elisiuns:
1. O Aeroporto de Aracaju
2. CDL de Aracaju
3. Centro de Convenções
4. Torreta do Relógio do Mercado Tales Ferraz.
5. O Batistão.
6. Arquivo Público Estadual de Sergipe.
7. Complexo Gumersindo Bessa.
8. Rua 24 horas.
9. Colégio Atheneu Sergipense, e anexos.
10. Capitania dos Portos
11. Biblioteca Publica Epiphãnio Dória.
12. Fórum Desembargador Vasconcelos

2 – São invioláveis:
1. Zé Peixe e seus correlacionados mortais.
2. O homem caranguejo.

Particularidades Episodicas das "Crônicas de Sergipe del Rey" Vampirica:

Código Papôco

O código seguinte estabelece os delitos e penas in Orbis Ciriji, valem estas leis se outras não dispuserem em contrario ou em especial.

1 – Crimes de Guerra (Bellus Delictum).
São crimes de Guerra aqueles quando a Orbis estiver em situação de Guerra declarada, ou em proteção/incursão de defesa em fronteiras e ou em Guerras contra os ditos Lobisomens.

§1º Traição
Pena: Morte/Caçada de Sangue.
§2º Favorecer Inimigos
Pena: Morte/Caçada de Sangue.
§3º Tentativas contra Soberania da Orbis.
Pena: Morte/Caçada de Sangue.
§4º Coação de Comandante.
Pena: Morte/Caçada de Sangue.
§5º Informação ou auxilio a Inimigo.
Pena: Morte/Caçada de Sangue.
§6º Aliciar nacionais da Orbis.
Pena: Morte/Caçada de Sangue
§7º Covardia que exponha em perigo a unidade.
Pena: Morte/Caçada de Sangue
§8º Espionagem
Pena: Morte/Caçada de Sangue
§9º Penetração de Forasteiro em Orbis Ciriji.
Pena: Morte/Caçada de Sangue
§10º Motim/Revolta
Pena: Morte/Caçada de Sangue


2 – Crimes em Paz (Pax Delictum).
São os crimes praticados contra a Orbis Ciriji e seus Cidadãos.

§1º Insubordinação
Pena: Estacamento/Desmebramento
§2º Hostilidade contra “Estado” estrangeiro, não hostil.
Pena: Estacamento/Desmebramento
§3º Motim (Rebeldia)
Pena: Desmebramento
§4º Revolta (Rebeldia Armada)
Pena: Estacamento/Desmembramento
§5º Tentativas contra a soberania da Orbis.
Pena: Morte/Caçada de Sangue
§6º Genocídio
Matar membros de um grupo, com o fim de destruição total ou parcial.
Pena: Morte/Caçada de Sangue
§7º Traição
Pena: Morte/Caçada de Sangue
§8º Homicídio
Pena: Desmebramento/Morte/Caçada de Sangue
§9º Diablerie
Pena: Morte/Caçada de Sangue
§10º Lesão Corporal
Pena: Açoite/Estacamento
§11º Constrangimento Ilegal
Pena: Açoite
§12º Duelo Ilegal
Pena: Açoite
§13º Seqüestro/Cárcere Privado
Pena: Açoite/Desmembramento
§14º Crimes Sexuais
Pena: Estacamento/Desmembramento

3 – Define as Categorias de Duelos legais:
Os duelos devem ser procedidos por dois padrinhos, um para cada parte, devem ser aceitos de vontade própria por ambas as partes, deve constar das modalidades oficiais, deve contar com a responsabilidade de controle de um nobre, se ambos forem nobres de um nobre superior, não visa o extermínio do desafeto embora a decorrência disso possa ser apreciada pelas circunstancias.

§1º Duelo de espadas
§2º Duelo de machados
§3º Duelo de armas brancas de livre escolha
§4º Duelo de pistolas
§5º Duelo de espingardas
§6º Duelo de armas de fogo de livre escolha que não perturbem os mortais e Elisiuns.
§7º Duelo de Corrida
§8º Duelo de jogos de Azar
§9º Duelo a cavalo com peixeiras em espaço determinado do Sertão.
§10º Duelo de caçada ao adversário.
§11º Duelos não categorizados mas autorizado pelos Pretores.




LEX PARLAMENTUM, DE MADEIRA X.
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Sampaio
Posted: Apr 13 2006, 12:00 AM


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Lindo. Muito bom de verdade odryus!

Estamos retomando as coisas por aqui por agora e vou deixar este teu tópico como oficial na nova constituição do BBN. Merece.

Estou com o backup de tudo e com o tempo, a medida que for debatendo alguns detalhes que ainda tenho de conversar com os editores, vamos recolocando os tópicos aqui.


Abraços


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odrysius
Posted: Apr 13 2006, 10:16 AM


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Obrigado, gostaria de debater uns pontos realmente. Não postei os dados da campanha atual, tenho que "peneira-la" e edita-la antes..
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And Becker
Posted: Aug 6 2006, 12:42 PM


Forasteiro samaritano


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Bacana..

a única parte que conheço de sergipe é Capela, onde contavamos histórias de lobsomens quando era criança... faz anos que não vou lá, mas tenho boas lembranças...


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Sampaio
Posted: Aug 28 2006, 06:12 PM


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Paciência egnte. Estou sem pc tem um tempão mas devo recupera-lo em setembro agora. Fora os outros probleminhas.
Mas não esquentem, tudo irá se resolver.


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odrysius
Posted: Apr 18 2007, 01:50 PM


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Restruturando a historia de nossa cronica (uma outra versão mais atualizada). Eis os contos de Novae Orbis Ciriji:

Destinos Sombrios du Georges

Memorias de Monsieur Georges!

Seguimos a passos pesados, a trilha era escura, as fagulhas quentes escoiçava-me como tremendos golpes de luz e lampejos, o vento gritava frente a tocha a rouca voz do vácuo.

A Longa noite tinha começado, seu longo massacre retumbará desde a alvorada, o destino dos nossos me parecia certo e definido...
Tratei de mobilizar todos aqueles a minha disposição, saquei a pistola e meu maus hábitos reprimidos e os usei descaradamente, estávamos todos sendo massacrados, não via alternativa...
Como de habito sacaneava o burgomestre, pela ultimas vez, de modo que ele não esqueceria...
Fui descaradamente a guarda, todos alvoroçados, "tinha ido me entregar as autoridades para o melhor esclarecimento dos fatos e prestar as devidas lealdade", com essa não puderam fazer de nada, alguns favores e manobras a partir de lá dentro faria a maior confusão, minhas habilidades em certos assuntos estavam mais afiadas do que nunca.
Prosseguir com a tarefa fora complicado e árduo, afinal torna-se chefe de sua execução não é cousas que não se faz todos dias. Mas então, as ordens " Que seja preso e confinado,...." é claro eles iriam se arrepender mas até lá estaria longe, com alguns bons méritos em meus bolsos e uma ala de fuga de meus familiares, espero que seja bem sucedidos e não deixem se manobrar pelo menino Antoine.
Para meu horror os dias de massacre se tornavam semana, meus ardis se tornavam claros e perceptiveis, tratei de me "escoltar" até o porto, para minha sorte ou não amigos mais dannosos e falaciosos estavam por lá recrutando tripulação, "Que coincidência!", como se não fosse previsível, nessa hora outras credenciais eram necessárias, usei o velho código, graças a quem seja fora reconhecido, livrava-me da Escolta e seguia com os "bons homens da tripulação", umas boas cartas de vossa majestade com uma pequena alteração davam saída ao mar aos bons amigos, ao qual de imediato o Capitão ficou agradecido, não quis abusar da sorte, ao qual ambos ficamos agradecido o que me pareceu depois...
Esperava então novos destinos...
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Sampaio
Posted: May 15 2007, 12:31 AM


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odrysius: vc tem meu msn?


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